sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Almanaque Gaúcho de ZH resgata história gaúcha.



Zero Hora, página 44, edição de hoje (28.12.2018), Almanaque Gaúcho do colunista Ricardo Chaves faz justa homenagem ao coronel Hélio Moro Mariante, de saudosa memória.
Conheci o coronel Mariante, em 1987. Eu era cadete da BM, segundo ano do CFO (Curso de Formação de Oficiais) e, fui incumbido de editar o jornal O Espadim, órgão informativo da SACFO (Sociedade Acadêmica) dos cadetes da Brigada Militar.
Descobri que o jovem Mariante foi diretor literário da SACFO, em 1942, comocadete da BM. Então o visitei, em seu apartamento na Jerônimo Coelho, 95, no Centro Histórico de Porto Alegre, onde residia, para ouvir as histórias da sua época e resgatar a memória das antigas publicações dos alunos oficiais da Brigada Militar. Bem recebido e, sempre convidado para retornar, passei a visitar, regularmente, o coronel Mariante, durante quase 20 anos.

Gostava de visitá-lo. A conversa fluía solta, enquanto sorvíamos o chá, degustando biscoitos servidos por sua esposa, dona Silésia, na biblioteca domiciliar do estimado mestre Mariante.
Com o falecimento da sua esposa, Hélio Moro Mariante foi residir no Residencial Pedra Redonda, diligentemente gerenciado por Henri Siegert Chazan. Continuei visitando mestre Mariante que sempre me recebia sorrindo, na sua nova residencia, semeando conhecimento, com simplicidade e simpatia. Gostava de levar minha pequena filha Natália Medina, junto comigo, nessas visitas, onde colhíamos sabedoria própria das antigas gerações.
Creio ter honrado meu amigo Hélio Moro Mariante, principalmente em vida. A Brigada Militar é grande, honrada e continua prestando relevantes serviços ao povo gaúcho, porque tem em sua base de formação, homens e mulheres da grandeza moral, espiritual e profissional de Hélio Moro Mariante.

Aroldo Medina - Tenente-Coronel da reserva da BM.

"Crônica da Brigada Militar" das mãos do autor. Porto Alegre, 2001.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Hélio Moro Mariante

Foto: Delvaux, Porto Alegre, 1995.
O coronel Mariante, historiador da Brigada Militar, faria 103 anos de idade hoje. Natural de Caxias do Sul (RS), nasceu no dia 21 de dezembro de 1915, filho do guarda livros e professor Teotônio Mariante Filho e da prenda do lar Cristina Moro Mariante. Em 1933, aos 17 anos de idade, o jovem Mariante ingressou na Brigada Militar. Formou-se soldado, fez o curso de cabo e, não demorou para fazer o curso de sargento. Em 1942 iniciou o Curso de Formação de Oficiais (CFO), no mesmo local onde hoje se encontra a Academia de Polícia Militar.

Como cadete da Brigada, Mariante fez parte da diretoria da SACFO (Sociedade Acadêmica do Curso de Formação de Oficiais) assumindo sua vocação em assuntos literários, semeando entre os alunos oficiais atividades de fomento cultural. Formado, exerceu funções inerentes a um oficial de carreira. Destaca-se em 1947, como tenente, ao propor ao coronel Walter Peracchi de Barcellos, então Comandante Geral, a criação do Museu da Brigada Militar. Em 1955, como capitão, Mariante inaugura o museu da corporação, no próprio QG da BM. Destacando-se por seu profissionalismo e desenvoltura intelectual foi convidado a fazer parte da Casa Militar nos governos Walter Peracchi de Barcellos e Ildo Menegueti, nas décadas de 60 e 70. Formou-se em História na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1972.

Retrato de um imortal. Autor: Ruben Ygua
Atuou, incansavelmente, ao lado dos próceres que fundaram o Movimento Tradicionalista Gaúcho, compondo sua diretoria. Sempre voluntário e participativo engajou-se entre os membros do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, sendo o seu primeiro presidente, eleito por seus pares historiadores e pesquisadores gaúchos. Pela sua vasta produção histórica e literária foi convidado a ingressar na Academia Riograndense de Letras e, se tornou secretário geral dos imortais gaúchos, ao longo de muitos anos. Igualmente assumiu a secretaria geral do Instituto Histórico e Geográfico do RS, sendo reconduzido ao cargo, diversas vezes. Tornou-se presidente do Circulo de Pesquisas Literárias do RS e ainda foi vice presidente do Instituto de História e tradição do RS e da Cruz Vermelha Brasileira.

Adesguiano de 1968, é autor de muitos livros publicados por diversas editoras brasileiras, obras entre as quais destaco: "Crônica da Brigada Militar", 1972; "Medicina Campeira e Povoeira", 1982; "Farrapos, Guerra a Gaúcha", 1985; "Chimangos e Pica Paus", 1987; "O Rio Grande em Aulinhas", 1993, entre tantas outras. No total são 25 livros de sua lavra e uma infinidade de artigos publicados em jornais e revistas do Rio Grande do Sul e do Brasil.

A vida e a obra de Hélio Moro Mariante faz honra a todos os gaúchos, a Brigada Militar e ao Brasil. E, é por tudo isso, que me perfilo diante da memória deste prócer brigadiano de alto quilate moral, intelectual e espiritual, amado por todos os seus amigos, com os quais conviveu até os 90 anos de idade, quando foi convocado em 2005, para a próxima dimensão de vida, com muita honra e orgulho de ter convivido com o coronel Mariante, frequentando sua casa desde a época em que também fui cadete da Brigada Militar (1986-1988), anuncio a criação de um memorial em sua homenagem, na Academia de Polícia Militar.

O MEMORIAL HÉLIO MORO MARIANTE.

Força e Honra integram a BM.
Procurei o comandante geral da BM, coronel Mario Yukio Ikeda, para propor a criação de um memorial, em nossa Academia de Polícia Militar, em homenagem ao seu patrono, coronel Hélio Moro Mariante. O coronel Ikeda, homem forjado com os melhores valores morais e profissionais de um oficial de carreira de Polícia Militar, prontamente aquiesceu aprovando a idéia de construção de um monumento em memória de um de nossos oficiais com maior brilho moral e intelectual que sempre serviu de forma abnegada a toda comunidade gaúcha.

Desta forma trabalho, voluntariamente, motivado pela vida e pela obra de Hélio Moro Mariante, com o incentivo do coronel Ikeda, no desenvolvimento do projeto para construirmos um memorial digno da obra de Mariante, para que possa continuar inspirando os atuais e futuros brigadianos que honram as melhores tradições da Brigada Militar, em defender, incondicionalmente, a vida e o patrimônio do valoroso povo gaúcho e brasileiro.

Aroldo Medina - Tenente-Coronel RR da Brigada Militar.
Obreiro da Ordem Tradicionalista de Hélio Moro Mariante.




Pedestal em concreto, revestido de granito, será construído na Academia de Polícia Militar, em Porto Alegre (RS), para receber o busto em bronze, fabricado em tamanho natural pela FUNDIART, localizada na cidade de Piracicaba (SP).

O monumento também irá acolher a urna com as cinzas do corpo do coronel Mariante, atualmente sob a guarda do gabinete do Comando da APM.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Aba Larga da Brigada Militar.


Na edição de hoje do jornal Zero Hora, pode-se ler na página 44, na coluna histórica do Almanaque Gaúcho do jornalista Ricardo Chaves, reportagem sobre o Regimento Aba Larga da Brigada Militar.
A reportagem é ilustrada com fotos de Alfonso Abraham, também conhecido como Espanhol que clicou-me vestindo o uniforme dos próceres Abas Larga da BM que desde os anos 50, até os dias de hoje, através dos regimentos de polícia montada da Brigada, defendem com honra, a vida e o patrimônio dos gaúchos. 

Os Abas Larga compõe um capitulo importante da história da Brigada Militar que completou esta semana, 181 anos de existência determinada a partir de sua criação imperial, em 18 de novembro de 1837, como então Corpo Policial da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.

Este Corpo Policial, tido como origem da atual BM, tem sua denominação alterada até consagrar o nome Brigada Militar, em 15 de outubro de 1892.



Aroldo Medina


Aba Larga: centauro do pampa gaúcho. Foto: Alfonso Abraham


Nota: na reportagem constou legenda grafando meu nome como Haroldo Medina. A forma correta é Aroldo Medina. Por ocasião do registro do meu nome, meu pai e minha mãe excluíram a letra "h". Esta iniciativa de grafar o nome com "A" foi de minha mãe, pois, ela desejava que o nome dos seus filhos fossem contemplados com a primeira letra do alfabeto. Tenho mais dois irmãos, Adriana e Adroaldo.

Questionada sobre esta decisão grafológica, minha mãe costuma dizer que sempre se sentiu incomodada em constar nas listas de organização alfabética, somente na letra "N", de Nilva.


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

E s p e r a n ç a.


Podemos imaginar nossa vida como uma viagem numa embarcação. Muitas considerações podem ser feitas a partir desta imagem e, creio que um de seus significados mais relevantes é imaginar a esperança como o vento que deve impulsionar nossa vida para frente.

Sem esperança, nossa vida se transforma num barco a vela, num mar sem vento.

Aroldo Medina


sábado, 22 de setembro de 2018

CONCURSO BRIGADA MILITAR 2018


O governo do RS vinha empurrando com a barriga, a chamada dos APROVADOS, no último concurso. Sartori desconversou várias vezes quando questionado a respeito. Publiquei um APEDIDO, em Zero Hora, no final de semana passado, edição do dia 15 e 16 de setembro, página 41, escrevendo que o governo precisava de pressão política, para chamar os jovens aprovados.

No referido APEDIDO, convidei os futuros policiais militares, seus familiares e amigos, a me elegerem deputado estadual. O simples anuncio levou o governo a correr, para chamar metade dos aprovados sexta-feira, dia 21/09 e, eu nem sou deputado, imagina se fosse...

Mas isto não esta nas minhas mãos, esta nas tuas mãos, refletir sobre essa história e acreditar que NOSSA ALIANÇA SERÁ FORTE com o teu voto e, levada muito a sério pelo governo e também pelos bandidos.

#CapitaoMedinadeputadoestadual43017

P.S. Os amigos do governo Sartori vão dizer que foi coincidência esta chamada, cinco dias depois do meu APEDIDO.  Também podem dizer que eu consultei a "Mãe Diná" para fazer adivinhação.

Gravei um vídeo sobre esta questão. Clique aqui e assista.





segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Aba Larga da Brigada Militar

O "Aba Larga" surgiu no Rio Grande do Sul, em 1955, no Comando Geral da Brigada Militar do coronel Ildefonso Pereira de Albuquerque, empossado no cargo pelo engenheiro governador Ildo Menegheti. O Comando da BM escolheu o Primeiro Regimento de Cavalaria da corporação policial militar gaúcha, para ser a sede do novo "Regimento de Polícia Rural Montada".

Em pouco tempo, o regimento dos "Abas Largas" ganhou notoriedade em todo Estado, conquistando a confiança e a admiração do povo gaúcho, pela postura dos seus policiais, imbuídos da missão de fazer o patrulhamento montado, em zonas rurais, combatendo o crime, principalmente, o abigeato. O garbo dos cavaleiros, suas atitudes de cortesia e coragem demonstradas no exercício do policiamento ostensivo, nos campos riograndenses, em 1962, transformaram os policiais em personagens de histórias em quadrinhos criadas por Getúlio Delphino.

As histórias desenhadas por Delphino elevaram ainda mais o moral da tropa do Primeiro Regimento de Cavalaria da Brigada Militar e, seus integrantes passaram a ser vistos como heróis dos gaúchos. Cavalgando pelos campos do Rio Grande do Sul, os "Abas Largas" eram acolhidos pelas famílias que moravam na planície isolada. Era difícil convencê-los a pernoitar na casa dos patrões da propriedade. Homens simples, de origem humilde, preferiam os galpões, o mate amargo, a panela de ferro sob o fogo de chão, cozinhando um carreteiro, em companhia um do outro e do seu cavalo, fiel companheiro de estrada.

Até mesmo um filme foi produzido no RS, em 1962, tendo como tema central, o trabalho desempenhado pelos "Abas Largas". Produzido por Paulo Amaral, cineasta carioca, o longa metragem da Lupa Filmes, dirigido por Sanin Cherques, rodado a partir de Santa Maria e Itaara, com lotações em Porto Alegre e outras cidades gaúchas, esta guardado na Cinemateca Brasileira de São Paulo.

A denominação "Aba Larga" é derivada da aba do chapéu adotado para diferenciar a tropa da unidade criada a partir de um regimento de cavalaria. Daí se evidencia a importância de um chapéu, compondo uma indumentária que cria um personagem na vida real, a partir da cobertura usada na cabeça. Não é difícil aduzir a importância do chapéu na composição do vestuário, pois, é concebido, justamente, para proteger a cabeça e o rosto humanos das intempéries: chuva e sol, vento e calor. O chapéu "Aba Larga" usado pela Brigada Militar é fabricado em feltro. O principal fabricante no Brasil é a Pralana, com sede em Limeira, Estado de São Paulo.

Os "Abas Largas" eram temidos pelos bandidos. Os ladrões de gado tinham pavor deles, pois, sabiam que se topassem com eles, era prisão na certa. Raramente, os bandidos atiravam nos mocinhos, pois, diferente das histórias em quadrinhos, onde os tiroteios pareciam mais comuns, na vida real, se uma horda de malfeitores tinha a ousadia de atirar num "Aba Larga", sabiam que sua sorte estava traçada, não seriam poupados.

Quando foram criados, os "Abas Largas" foram inspirados pela história da Polícia Real Montada do Canadá. Policiais de renome e fama internacional, a polícia montada canadense esta eternizada pelos seus feitos heroicos e de bravura registrada no seu cotidiano de defesa do povo a quem serve com profissionalismo e conduta exemplar. Ética e honra tornam os policiais canadenses, combinados com formação e treinamento constante, agentes da lei de credibilidade popular, similar aquela alcançada pelos Corpos de Bombeiros mais tradicionais.

Os "Abas Largas" ainda fazem parte de nosso cotidiano quando relembramos dos seus feitos, tão heroicos quanto dos seus pares canadenses. Salvando vidas, combatendo bandidos, socorrendo pessoas atacadas por feras, acometidas por doenças ou flageladas em desastres, a polícia montada, na sua constituição orgânica, combinando homem e cavalo, amalgamou um centauro ungido para servir e defender o povo de uma nação, contra ameaças que colocam em risco, a vida das pessoas.

A Brigada Militar possui hoje, sete regimentos de cavalaria no RS, nas cidades de Santa Maria (1 RPMon), Santana do Livramento (2 RPMon), Passo Fundo (3 RPMon), Porto Alegre (4 RPMon), Santiago (5 RPMon), Bagé (6 RPMon) e Santo Angelo (7 RPMon), todos eles são a vanguarda dos "Abas Largas", em nossos dias, embora o chapéu tradicional tenha sido substituído por capacetes de equitação, para dar mais segurança ao cavaleiro.

Para mim é uma honra, vestir o uniforme histórico dos "Abas Largas" relembrando seu significado nos dias de hoje, onde carecemos de mais polícia na rua e nos campos, defendendo a vida e o patrimônio de todos nós. Sua memória permanece preservada pelo Centro Histórico Coronel Pillar, com sede no atual, 1 RPMon (Primeiro Regimento Montado) da Brigada Militar, com sede em Santa Maria (RS).

Aroldo Medina


Fontes de pesquisa: vivência do autor, associadas a leitura de Crônica da Brigada Militar, edição de 1972, de autoria do prócer historiador coronel Hélio Moro Mariante, de saudosa memória e, consulta ao site www.osabaslargas.blogspot.com do coronel Jorge Bengochea, renomado escritor da Brigada Militar.


sábado, 8 de setembro de 2018

Hípica Santa Thereza

Visitei o 4º RPMon (Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar), em Porto Alegre, nesta semana. No gabinete do comandante, tenente-coronel José Carlos Pacheco Ferreira, conheci Alberi Luiz Rodrigues, um dos sócios da Hípica Santa Thereza. Alberi me convidou para conhecer a sua hípica, onde fui hoje.

A Hípica Santa Thereza fica em Viamão (RS). O acesso é pela rodovia Tapir Rocha (avenida Senador Salgado Filho, nº 4816), parada 43, junto a um quartel do Corpo de Bombeiros Militar, onde se entra no Beco dos Soares, indo até o nº 3010. O CEP do local é 94450-550.

O parque da hípica é muito bonito, limpo e organizado, contando com belíssimos cavalos, cuidados com esmero e dedicação. Da gosto de visitar esta autêntica escola de hipismo, administrada pelo Alberi e o seu sócio Josué Rodrigues, ambos sargentos da reserva da Brigada Militar que depois de trabalharem toda sua vida funcional no 4º RPMon, decidiram abrir uma empresa de cavalos, voltada para a formação de jovens cavaleiras e cavaleiros.

Alberi se entusiasma em falar no seu empreendimento. Destaca que a maior parte dos seus alunos são meninas de 13 a 18 anos que adoram andar à cavalo. Os meninos são minoria. Mas quando se trata de competições olímpicas, os rapazes predominam, embora também participem dos campeonatos, moças que disputam as provas de igual para igual, com os homens.

As aulas ocorrem de terça à sábado, das 08:00 às 11:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas. Nos domingos, as aulas são das 08:00 às 11:00 horas. O aluno interessado em aprender a andar à cavalo, podendo até se tornar um competidor internacional, dispõe de dois programas de aprendizado, na escola de equitação do Alberi e do Josué que contam com mais professores. Podem ser 4 aulas mensais, uma aula por semana, no valor de R$ 390,00 (trezentos e noventa reais) ou 8 aulas por mês, duas aulas por semana, no valor de R$ 490,00 (quatrocentos e noventa reais) que inclui o cavalo, para o aprendizado.

Cada aula dura uma hora, em média, sendo garantidos 45 minutos montados. O aluno, além de montar, ainda aprende a encilhar o seu cavalo, observar sua saúde e dar banho nele, o que para a maioria dos jovens é muito divertido pela afeição que surge pelo animal. A duração do curso completo é de 8 meses, em média. A primeira aula é gratuita, para ver se o jovem se adapta bem a prática da equitação.

A escola recebe alunos a partir dos 3 anos de idade, pois, dispõe de um pônei para crianças. O animal é dócil e de fácil manejo. As crianças ficam encantadas, garantem os administradores da Hípica Santa Thereza que lembram não haver limite de idade para parar de montar, havendo disposição e saúde.

Sala de aula
A hípica ainda dispõe de hotelaria para cavalos. O custo mensal é de R$ 1.260,00 (hum mil, duzentos e sessenta reais). Este valor não inclui tratamento veterinário, porém, existem planos de saúde para os cavalos, a partir de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), por mês. O proprietário também pode segurar seu animal, contratando um seguro, cuja cobertura é estabelecida a partir do valor atribuído ao cavalo.

Neste meu passeio, constatei a seriedade do trabalho do Alberi e do Josué, administradores e professores de reconhecido histórico no manuseio de cavalos, 100% recomendados, ao lado de sua grande equipe de colaboradores, tratadores, professores e parceiros associados, verdadeiros amigos dos animais.

Aroldo Medina



Programação de visitas: (51) 98450-0072.

Dúvidas ou agendamento de aula experimental gratuita pelo WhatsApp: (51) 99116-5722.



sábado, 18 de agosto de 2018

Situação de Emergência na Segurança Pública do RS.


Amigos que moram em Canoas me procuraram para relatar uma nova onda de violência na cidade, especialmente no bairro Guajuviras, com tiroteios diários, entre facções criminosas disputando pontos de tráfico de drogas. Nos fundos do bairro Mathias Velho, a mesma situação estaria ocorrendo.

As pessoas estão cansadas de tanta violência. Não aguentam mais o tormento causado por bandidos que o Estado deve combater, sem tréguas e, com todo rigor da lei. A Brigada Militar e a Polícia Civil estão empenhadas, diariamente, agindo para impedir a progressão da criminalidade, porém o efetivo das organizações policiais gaúchas, defasado, não dá conta de tantos focos de violência generalizada.

Urge que façamos a nossa parte. Em quarenta e poucos dias vamos as urnas, novamente, onde podemos votar pela nossa defesa, contra os bandidos que nos atormentam. Coloquei o meu nome a disposição dos gaúchos, como candidato a deputado estadual. Hoje, na Assembléia Legislativa do RS, não temos um único deputado com vivência na área de segurança pública.

Trabalhei durante 30 anos na Brigada Militar, não medindo esforços para combater bandidos, nas ruas de nossas cidades. Tenho certeza de que posso representar bem este anseio da população, por mais segurança pública. Por isso peço teu voto. Conceda-me o poder político para combater bandidos como deputado estadual. Não vou te decepcionar.

Segue o link de uma gravação que fiz sobre este problema de segurança pública, em Canoas.

Cordial abraço! Aroldo Medina.

Meu WatsApp: 51 99855-3142



sábado, 23 de junho de 2018

Instalações elétricas com experiência garantida.

Quando se trata de fazer uma instalação elétrica, esses moços entendem do que fazem. O Cauê, 19 anos e, o Wellington, 25 anos, parceiros da empresa Concreposte, em Porto Alegre, realizam um serviço garantido e rápido. O mais novo, o Cauê, herdou a vocação do pai, com quem aprendeu o ofício. O Wellington é o gaúcho instrumentista que vai alcançando as ferramentas e os materiais ao colega mais novo que não brinca em serviço.

Quem estiver interessado em contratar o trabalho dos jovens eletricistas é só ligar para a Concreposte e falar com o Diego ou a Carol através do telefone (51) 3336-8583. A Concreposte vende postes de luz, padrão CEEE, de excelente qualidade.

Aroldo Medina


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Combate ao estelionato no Brasil.

Fui vitima de estelionato. Hoje, conheci, no Foro de Canoas (RS), em audiência, Douglas Pegoraro, o estelionatário que usou o meu nome e CPF para comprar uma adega de vinhos, na Internet. Foi preso pela exemplar Polícia Civil de Santa Catarina. 
Na sala de audiência, o bandido tentou me intimidar encarando-me com olhar criminoso, mexendo com minhas entranhas. Atiçou o leão que vive no coração dos bons policiais, vocacionados para defender, sem medo, a sociedade contra a ação desses e, de outros malignos.
Gravei este VIDEO sobre a audiência na Justiça.
Fraterno abraço a todos. Deus esteja entre nós.

Aroldo Medina

FORÇA E HONRA!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

O reeducando Luiz Inácio

Os defensores de Lula tiram da caixa de pandora todos os males, com ideias mirabolantes, dignas dos desesperados, que procuram em terceiros, a desculpa pelos erros cometidos.
Primeiro, tentaram, até não mais poder, encontrar uma forma para o não cumprimento do mandado de prisão. Não sou eu que digo, os próprios lideres do partido sustentaram a desobediência civil.
Segundo, mesmo recebendo uma regalia inimaginável para nós, simples cidadãos, com 24 horas de prazo para o cumprimento da ordem judicial tentaram, a exaustão, prolongar o acordo feito com a Polícia Federal, a ponto dessa, com sua paciência exaurida, dar um ultimato ao apenado para que se apresentasse em 30 minutos, sob pena de sofrer sérias consequências, entre elas, a expedição de uma ordem de prisão preventiva, o que seria um tiro mortal nas pretensões para sustentar a suposta ilegalidade no cumprimento de pena, em decisões do 2º grau. 
Agora, não mais para a nossa surpresa, o reeducando e sua turma busca uma sala, provavelmente, no Exército Brasileiro, instituição sempre desdenhada e desprestigiada pela companheirada, regalia no cumprimento da pena, sob a alegação de que a cela é muito pequena na Polícia Federal. Era bom irem ver antes, os quartos existentes nos quartéis. Haverão de se surpreender com a simplicidade das acomodações.
Por outro lado, sabemos que o problema não são somente os 15 metros quadrados. Tem a questão do controle das visitas, na carceragem da Polícia Federal. Os lulistas querem entrar e sair a hora que bem entenderem. Já pensaram na “muvuca” que vai ser na frente do quartel premiado? E, ai do oficial de dia que quiser botar ordem na casa. Podemos poupar os militares federais dessa “pegadinha”. Sua missão constitucional é outra, bem definida.
Mas qual o fundamento para tamanha fanfarrice? Talvez porque aqui na terra brasilis tudo cola e alguém já disse “não há o que não haja”, neste país.
O artigo 295 do Código de Processo Penal é claro ao afirmar que serão recolhidos a quartéis ou a prisão especial, à disposição da autoridade competente, quando sujeitos a prisão antes da condenação definitiva (grifo é necessário), as autoridades previstas nos incisos “I” a “XII”.
No citado artigo há a previsão, em um dos incisos que os “diplomados por qualquer das faculdades superiores da República” têm direito a serem recolhidos em “quartéis ou a prisão especial”.
Mas o Lula, como diria meu amado avô, não tem o segundo livro! Ocorre que ele, ao longo de seu mandato, recebeu inúmeros títulos de doutor honoris causa no Brasil e no exterior, diplomas expedidos por instituições de ensino superior que garantiria, para muitos juristas, o direito do reeducando Luiz Inácio, a uma cela especial.
O fato de Luiz Inácio ter sido o Comandante em Chefe das Forças Armadas, em nada lhe garante regalias – sim esse é o termo mais adequado - após a condenação. O cumprimento da pena ocorre junto com os presos comuns. A cela especial é apenas enquanto o processo tramita.
De fato, mesmo investigados que não se enquadrem nas especificações do citado artigo do CPP podem ficar em celas separadas para garantir sua integridade física. Mas convenhamos que requerer o cumprimento da pena em quartel militar, soa como deboche da lei, o que tem sido comum no Brasil.
Mas se o surreal acontecer, só nos resta torcer para que Lula e seus seguidores se contentem com alojamento similar ao do oficial de dia de serviço nos quartéis, pois, só o que nos falta é quererem despejar o Comandante da Unidade, para usar o seu alojamento, o que sinceramente, não seria surpresa.

Aroldo Medina

terça-feira, 27 de março de 2018

O desafio de novas candidaturas.

Cogito a possibilidade de concorrer a deputado estadual, na eleição deste ano. Porém, ao analisar o cenário, ouço notícias que os atuais deputados, com mandato, terão para suas campanhas, verbas em torno de um milhão de reais, provenientes de um fundo partidário que já tem garantido dois bilhões de reais para esta finalidade. Esse financiamento público da campanha garantirá a reeleição da grande maioria dos atuais deputados.
Também vejo muitas pessoas e celebridades insistirem na ideia de pregarem o voto nulo e branco. Esse protesto é inútil, pois, se houvesse apenas 1% (um por cento) de votos válidos, a eleição não seria anulada. Outro aspecto que pouca gente fala é que os votos em branco ou nulos beneficia quem já tem mandato. Por que? Os políticos profissionais mantém eleitores cativos que não vão deixar de votar no seu candidato de sempre.
Não podemos esquecer também dos "robôs" que vão inundar nosso whatssapp e redes sociais com fake news e outras mensagens tipo GRENAL de torcidas organizadas, para embaralhar nossa cabeça e fazer com que, incomodados, demos as costas, ao processo eleitoral.
E, por derradeiro, rola em toda eleição, o "toma lá da cá". Troca-se voto por cesta básica, material de construção, corte de cabelo, vale gás, churrascada, cervejada, promessa de cargos de emprego, etc.
Como competir nesse cenário? Que chances tem o idealismo e a esperança que ainda teimam em sobreviver nos nossos corações, contra esse "pântano de águas mortas"? Que chance tem os Dom Quixotes brasileiros, contra os moinhos habitados pelos lobos?
Aroldo Medina

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Surdez não impede trabalho de irmã Isaura.

Isaura Lima Lopes, pernambucana de 81 anos de idade, ensina o evangelho cristão há 25 anos, exclusivamente, nos principais aeroportos do Brasil. Sua surdez, não a impede de se comunicar. Ela fala bem e demonstra muito conhecimento bíblico. É uma peregrina corajosa. Viaja por todo Brasil, saindo de Brasília (DF) onde mora, indo de avião para as capitais brasileiras, com passagem de ida e volta. Fica sempre no aeroporto de destino, onde se alimenta e dorme precariamente em cadeiras, entre a data de sua chegada e retorno a Brasília.

Em sua recente estadia em Porto Alegre (RS), onde chegou dia 12 de fevereiro corrente, causou estranheza nos novos administradores do Salgado Filho que passaram a vigiar a irmã Isaura de perto. Não tardou para abordarem a irmã e, recomendar que falasse mais baixo no saguão do aeroporto. Ela costuma ocupar uma mesa na praça de alimentação, onde recebe pessoas que param para conversar com a missionária que anda sempre com um carrinho do aeroporto, decorado com salmos bíblicos, escritos em cartolinas coloridas.

Irmã Isaura não costuma abordar ninguém. Responde as pessoas que há procuram, interessadas em conhecer o seu trabalho. Seu casaco bege, bem usado e encardido, chama atenção de alguns. A sujeira impregnada no tecido é simbólica, proposital. Irmã Isaura é asseada. Não dispensa frascos de álcool que costuma carregar em sua bagagem, para sua higiene pessoal. A sujeira no casaco é explicada num cartaz como sinônimo de desobediência de leis cristãs. Falta de amor ao próximo, violência, vida desregrada, poluição do planeta são vistos pela irmã Isaura como sujeira que poderíamos evitar. E, sentencia: "- E, muitos estão preocupados com a sujeira no meu casaco..."

Sinto-me no dever moral de registrar: sou fã da irmã Isaura. Não sou o único. Irmã Isaura tem muitos amigos em todo Brasil. Nunca declarei isso a ela, pois, certamente, me censuraria. Ela é 100% desprendida de tudo: de fama, poder, dinheiro. A palavra de Deus e sua fé inabalável na obra de Jesus, a suprem de tudo, inclusive, da subsistência do seu corpo. Recebe um salário minimo e pouco de pensão do INSS e, de vez em quando aceita a oferta de poucas pessoas que querem ajudá-la na compra de suas passagens aéreas. Não raras vezes ela mesmo compra a sua passagem, paga em prestações.

Se você encontrar a irmã Isaura Lima Lopes em algum aeroporto, não sinta vergonha de sentar ao lado da "velhinha mais feliz do Brasil", como ela costuma se definir como se sente pregando o evangelho cristão, para conversar um pouco com ela. Mas não esqueça, ela não pode lhe ouvir. Fale pausadamente, olhando para ela fazer a sua leitura labial ou escreva numa folha o que você quer dizer.

Por fim, quero agradecer a irmã Isaura, um título de grande responsabilidade que ela me deu, em nossa última conversa. Olhou-me com a ternura e simpatia que lhe é peculiar e falou: "- Irmão Medina. Quando nos formos para a nossa morada celestial, o senhor vai ser jornalista de Jesus. Ele gosta muito do senhor..." Amém! Aleluia. Amém, aleluia. Amém, aleluia.

Aroldo Medina

P.S. As companhia aéreas, sem exceção, devem ser sempre amáveis com a irmã Isaura. Compreender que sua idade avançada e surdez exige 100% de cordialidade e atenção, como requerem todas as pessoas portadoras de necessidades especiais.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Entrevista com irmã Isaura.

A irmã Isaura Lima Lopes se encontra em Porto Alegre, no Aeroporto Internacional Salgado Filho. Chegou no último dia 12 de fevereiro, vindo de Brasília, onde mora. Retorna a capital do Brasil, no próximo dia 19 de fevereiro, 21 horas.

Irmã Isaura ensina o evangelho cristão, nos principais aeroportos do Brasil, há 25 anos. Justifica a opção pelos aeroportos, dizendo que é uma missão especial dirigida aos ricos que entende serem pessoas abençoadas pela riqueza para fazerem caridade, de acordo com sua educação.

A entrevista: Irmã Isaura fala sobre a sua missão de evangelização.

Aroldo Medina



Vice-Presidência da República.

Mobilizados por um novo Brasil Durante encontro em Caxias do Sul (RS), com apoiadores da pré-candidatura de Renan Santos à Presidência da Re...