sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Orelha

Orelha no multiverso

É possível imaginar o Orelha num multiverso onde ele tenha sido adotado por uma família. Nesta família, os pais ensinam os filhos a amarem os animais. Todos os dias, o Orelha acorda do lado das crianças e corre de um lado para o outro, abanando o rabo e latindo de alegria. As crianças levantam, abraçam e beijam o Orelha. É uma festa, todos os dias. 

O pai e a mãe são amorosos com seus filhos. Conversam com eles, sobre tudo. Educam e, impõe limites quando o menino ou a menina fazem alguma arte. Todos são felizes, de verdade. O amor esta presente na família onde o homem é pai e a mulher é mãe. E, no café da manhã, a oração também é servida na mesa e, no final dela, o Orelha late, na hora que todos dizem amém.

Em nosso universo, o Orelha não foi adotado por uma família. Vivia nas ruas da Praia Brava de Itajaí, em Santa Catarina. Era um cão comunitário. Era de todos, mas não era de ninguém. Sozinho, na beira da praia, na calada de uma noite, se aproximou faceiro, de um grupo de jovens que o agarraram, enquanto ele abanava o rabo. Orelha não percebeu, com a sua inocência e bondade, a maldade que caminhava na sua direção.


Orelha foi trucidado por uma gang de playboys desequilibrados que o torturaram de maneira cruel batendo insanamente no seu crânio, onde também enfiaram prego e depois o empalaram. Após saciarem sua sede, os sádicos abandonaram o pobre cão agonizando, na beira da Praia Brava que nunca foi tão brava, não fossem as mãos desses psicopatas.

Orelha foi encontrado e socorrido no dia 05 de janeiro de 2026. Levado a uma clínica veterinária foi eutanasiado, em função da gravidade dos ferimentos. Enquanto isso, seus algozes viajavam para Disney, nos EUA e outros países, por decisão dos pais homiziando os filhos responsáveis pela barbárie.

A morte cruel do cão ganhou repercussão internacional e grande comoção em todo Brasil. Os pais dos delinquentes juvenis tem Poder Econômico e estão fazendo de tudo para encobrir a atrocidade cometida pelos filhos diabólicos. 

Porém, a morte do pobre cão Orelha comoveu e mobilizou uma multidão em todo Brasil e fora do país que passaram a se manifestar nas redes sociais, expressando sua indignação com o requinte da crueldade desmedida praticada, covardemente, por um grupo de adolescentes guiados por violência extrema.

Os infratores, menores de idade, autores de um crime bárbaro, não pagarão proporcionalmente ao mal que fizeram ao Orelha e a outros animais. Serão sentenciados a três anos de internação, no máximo, pois é o que a lei brasileira prevê. Esta pena branda leva um exército de brasileiros a proporem a redução da maioridade penal no Brasil, de 18 para 16 anos, no mínimo. Seus pais, no entanto, podem pagar mais caro.

O Ministério Público Brasileiro pode requerer ao juiz do processo, a aplicação de multa aos responsáveis pelos menores, como a legislação prevê (Leis Federais 9.605/1998 e 14.064/2020). A multa deve ser pesada, pois, os pais agem para minimizar e encobrir a gravidade da atitude dos filhos, além de jactarem-se pela influência do Poder Econômico que exercem na sociedade. 

O valor da multa a ser aplicada na sentença de punição a crueldade da tortura praticada contra o animal indefeso, pode ser distribuída entre organizações de proteção e defesa dos animais. Há inúmeras protetoras que desenvolvem um trabalho muito sério de socorro a vida e ao bem estar de animais abandonados nas ruas do Brasil.

A aplicação de uma multa milionária também terá um efeito pedagógico para desencorajar outros que pensam em seguir pelo mesmo caminho, sejam filhos desajustados ou pais ausentes na educação ou imposição de limites nos desvios de conduta dos filhos.

Aroldo Medina - Jornalista

Presidente da Fundação Walter Peracchi de Barcellos


Orelha, em boa companhia.


sábado, 3 de janeiro de 2026

O fim da ditadura de Nicolás Maduro

Por Aroldo Medina

Às 03:45 horas de hoje, horário de Brasília (DF), a Força Delta do Exército dos Estados Unidos da América capturou e prendeu Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, em Caracas, na Venezuela.  Em menos de um minuto os soldados americanos entraram no Palácio Presidencial do ditador e o prenderam, numa ação militar cinematográfica, de profissionalismo exemplar.

A Venezuela acordou sem Maduro e sua mulher narcotraficante, autodenominada "1ª Combatente", uma guerrilheira ardilosa e inteligente que atuou ao lado de Hugo Chaves. 

O povo venezuelano estava incrédulo, diante da notícia inesperada. Aos poucos as comemorações iniciaram fora da Venezuela, com os cidadãos nativos que haviam fugido do regime de Maduro.

Não demorou para o país incendiar, de alegria. Milhares de venezuelanos foram as ruas comemorar. Aos pulos e aos gritos, pareciam crianças felizes ao ganharem presentes de aniversário. E, enquanto o povo pulava e chorava de felicidade, lideranças de esquerda acusavam Donald Trump de sequestrador imperialista.

Trump livrou a Venezuela de um ditador nefasto que oprimia e explorava um povo humilde e trabalhador. A Venezuela vai crescer, sem o casal mortífero Flores Maduro. A comida escassa vai voltar a mesa das famílias da Venezuela. E, o Governo dos E.U.A. irá ajudar. O povo venezuelano já demonstrou que está do lado de Trump. E, a grande maioria dos militares do país renascido, já reconheceram, pacificamente, a oportunidade de viverem melhor sob a proteção norte americana.

Cilia Flores, a Ex-1ª Combatente





Nicolas Maduro,
o ditador capturado.











Orelha

Orelha no multiverso É possível imaginar o Orelha num multiverso onde ele tenha sido adotado por uma família. Nesta família, os pais ensinam...