quarta-feira, 28 de março de 2012

A viagem para Abadiânia.


Após ler nove páginas de reportagem muito consistente, publicada pela revista Isto É, em 18 de janeiro de 2012, focando com seriedade o trabalho do médium João de Deus, decidi ir a Abadiânia (GO), após consultar a agenda de atendimento da Casa de Dom Inácio de Loyola.

A distância entre Porto Alegre (RS) e Abadiânia, cerca de 1.800 quilômetros, não foi problema, pois, o Brasil dispõe hoje de passagens aéreas com preços populares. Fui e voltei pela Webjet, por R$ 452,00 (quatrocentos e cinquenta e dois reais).

Planejei a viagem pesquisando pela Internet. Primeiro programei a hospedagem escolhendo onde iria ficar, fazendo a reserva. Depois procurei a passagem mais barata, através da decolar. É prudente comprar a passagem aérea com uns dez dias de antecedência.


Chegando na capital brasileira peguei um táxi no aeroporto, para ir até o novo terminal de ônibus intermunicipais de Brasília (DF). Esta corrida custou R$ 30,00 (trinta reais). Nesta rodoviária peguei um ônibus para Abaniânia. A passagem com seguro custa R$ 19,00 (dezenove reais).


O percurso de 110 quilômetros leva cerca de uma hora e meia. O passageiro quando chega na cidade, desce na beira da BR 060, no km 61. A Casa de Dom Inácio fica a 1.200 metros da rodovia. O ideal é fazer este percurso à pé, de dia. De táxi este trajeto da BR até a casa, custa R$ 10,00 (dez reais). A diária nas pousadas de Abadiânia gira em torno de R$ 60,00 (sessenta reais), com café da manhã.

Outra maneira de ir a Abadiânia é via aeroporto de Goiânia. O peregrino pode utilizar o ônibus intermunicipal ou mesmo pegar um táxi para ir de Brasília (DF) ou Goiânia (GO) para Abadiânia. O táxi, com preço combinado antes da viagem, custa, em média, R$ 150,00 (cento e cinquenta reais).

Aroldo Medina

Vista frontal da avenida Francisca Teixeira Damas, perpendicular ao Km 61 da BR 060, Abadiânia, Goiás. Acesso principal a Casa Dom Inácio de Loyola.

terça-feira, 27 de março de 2012

The journey of a man.


This story begins on December 4, 2011, a Sunday. Agreement in the morning and feel that my left arm is aching. I look at it and got a surprise. He is swollen, darker and very rigid.

I accompany my family to the coast north of the RS, a leisure trip, thinking that the changes will move the arm. By late afternoon, no improvement.

In Free Way (BR-290), returning to the capital, heading straight to the emergency department of Porto Alegre. The queue is large in HPS. I decide to go to the Military Police Hospital, where I promptly answered.

The doctor suspected thrombosis and determines my low. The clock read 22 hours. Just go out there three weeks later. The vein thrombosis is confirmed in the sub-clávia on the left, through the exams. The ultrasound shows an obstruction of 12 cm. The treatment is based on injections in the belly, more than one hundred, enoxaparin, an anticoagulant.

Investigating the cause of thrombosis, the tests found a stone in the gallbladder, confirm that I am with diabetes (300 mg / dL) and still find a lump in the thyroid. Step to take then a lot of drugs.

Three weeks after leaving the Hospital of BM, I'm walking in downtown Porto Alegre. I enter the gallery of the Rua da Praia Shopping and looking at the window of a newsstand, the cover story of this is, caught my attention. Buy the magazine and read about "The psychic surgeons of John of God."

Ai begins the journey that I will tell you, starting today.

Aroldo Medina.

Tradução: Google translate.

A jornada de um homem.


Esta história começa dia 04 de dezembro de 2011, um domingo. Acordo de manhã cedo e sinto que o meu braço esquerdo esta dolorido. Olho para ele e tenho uma surpresa. Ele está inchado, mais escuro e bastante rígido.

Acompanho minha família até o litoral norte do RS, numa viagem de lazer, imaginando que as alterações do braço irão passar. Até o final da tarde, nada de melhora.

Na Free Way (BR-290), voltando à capital, rumo direto para o Pronto Socorro de Porto Alegre. A fila de espera é grande no HPS. Resolvo ir até o Hospital da Brigada Militar, onde sou prontamente atendido.

O médico suspeita de trombose e determina minha baixa. O relógio marcava 22 horas. Só saio dali três semanas depois. A trombose é confirmada na veia sub-clávia do lado esquerdo, através dos exames realizados. A ecografia mostra uma obstrução de 12 centímetros. O tratamento se baseia em injeções na barriga, mais de cem, de enoxaparina, um anticoagulante.

Investigando a causa da trombose, os exames encontram uma pedra na vesícula, confirmam que estou com diabetes (300 mg/dL) e ainda descobrem um nódulo na tireóide. Passo a tomar então, um monte de remédios.


Três semanas depois de sair do Hospital da BM, estou caminhando no centro de Porto Alegre. Entro na galeria do Rua da Praia Shopping e, olhando a vitrine de uma banca de revistas, a reportagem de capa da Isto É, chama minha atenção. Compro a revista e leio sobre "As cirurgias espirituais de João de Deus".

Ai começa a jornada que passo a contar, a partir de hoje.

Aroldo Medina.

quinta-feira, 22 de março de 2012

A educação centenária do Colégio Militar.


A Presidente Dilma Rousseff participava da cerimônia de premiação dos campeões, na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas onde concorreram quase 20 milhões de estudantes brasileiros, no ano passado. No curso deste evento, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ), entre os 500 estudantes reunidos para receberem medalhas de ouro, chamou sua atenção a quantidade de estudantes dos colégios militares do Brasil que subiam ao podium. Quinze eram do Colégio Militar de Porto Alegre. A presidente, atenta, encomendou a um assessor, estudo sobre a façanha daqueles jovens estudantes dos colégios militares que serviam de modelo.

Visitei esta semana, o Colégio Militar de Porto Alegre, em seu centenário, em busca das respostas que devem ter sido dadas a presidente Dilma. Conversei com o atual comandante, coronel Francis de Oliveira Gonçalves e alguns de seus oficiais ligados ao seu corpo de alunos.

O aprendizado dos alunos está relacionado a um conjunto de fatores e elementos básicos que vão além de valorização do professor, indefectível organização, controle e limpeza no ambiente escolar. A variável com maior expoente para compreender o resultado desta “equação de ensino” é a disciplina. Logo que entra no colégio, o aluno além vestir o garboso uniforme que iguala todos, recebe uma cartilha de normas que deve obedecer. Quando o professor entra na sala de aula, os alunos levantam e o chefe de turma comanda sentido, apresentando os colegas prontos para aula. A chamada não leva um minuto, pois, os nomes dos alunos que estão faltando, já estão escritos no quadro. A aula segue com alunos concentrados nos estudos e o procedimento se repete a cada professor civil ou militar que entra na sala de aula. São 200 dias letivos com 900 horas aulas, divididas em 1.200 tempos de 45 minutos, tudo na “ponta do lápis”, sem greves.

Cada prova que mede o aprendizado do aluno nas matérias é “do colégio e não do professor”. Explico. O professor elabora a prova que é revisada num processo de cinco estágios, com participação de uma equipe de pedagogos, antes de ser aplicada. E, em raras exceções, se 60% da turma, em média, tira acima de 8 ou abaixo de 5, é aberta uma sindicância interna para avaliar o que houve de errado, podendo resultar na anulação da prova. Professor e aluno no Colégio Militar nunca estão sozinhos. O processo garante ao professor uma equipe de apoio técnico permanente lhe auxiliando ao mesmo tempo em que avalia o resultado da aprendizagem.

O aluno no colégio militar está sempre sendo supervisionado por todos. Além dos professores e militares encarregados da administração, há um monitor para cada duas turmas, que reforça a disciplina. Diariamente um aluno é responsável pela faxina na sala de aula. Não tem namoro dentro no colégio. É proibido. Namorar só fora do “Casarão da Várzea”. O lugar é de estudo e de atividades extras classe. Nada de celular ou outra engenhoca eletrônica durante uma aula!

O “Colégio dos Presidentes”, como também é conhecido, não tem um “grêmio”, mas vários grêmios e clubes onde o aluno pode explorar seu talento na matemática, física, química, esportes, radioamadores, astronomia, coral, escotismo, equitação, etc. Alunos que se destacam no estudo e comportamento formam a “Legião de Honra” e comandam o “Batalhão Escolar”, recebendo distinções entre seus pares, servindo de exemplo para todos. E tudo isso, com a presença indispensável da família dos estudantes. Os pais são sempre convidados e estimulados a participarem das atividades do colégio ao lado dos filhos.

Não é difícil compreender assim o porquê dos resultados alcançados por méritos dos próprios alunos e professores inseridos num sistema de educação pública eficiente e eficaz.


Ufana-se o colégio por completar 100 anos de existência formando cidadãos para o presente e o futuro do Brasil, vencendo com seus alunos na condição de civis, provas intelectuais de relevo, tão importantes no desenvolvimento da nação, assim como importantes para a sociedade são todos que por ali passaram e inscreveram seu nome na história.

Aroldo Medina

Nota: este artigo é minha homenagem ao Colégio Militar de Porto Alegre, na data de comemoração dos seus 100 anos de existência.

Não estarei presente, fisicamente, na formatura de hoje, alusiva ao centenário do Colégio Militar, pois, estou em tratamento de saúde fora do RS, no centro do Brasil.

Desejo muitas felicidades, saúde e paz aos integrantes do colégio, especialmente aos seus alunos, augurando ainda pleno êxito em seus estudos de 2012. Deus abençoe a todos!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Colégio Militar lança medalha dos 100 anos.


O Colégio Militar de Porto Alegre completará 100 anos de existência no próximo dia 22 de março.

Inserido no calendário de eventos alusivos ao centenário, ocorreu nesta sexta-feira, o lançamento da "Medalha dos 100 anos do Colégio", cunhada pela Casa da Moeda do Brasil. A cerimônia reuniu militares, alunos, pais e amigos do colégio, num ambiente de notável harmonia.


Presentes no Salão Brasil do CMPA estavam os alunos Carlo Zacher Guerra e Eduarda Müller Eyng, ambos do 8º ano do ensino fundamental.

O casal de alunos serviu de modelo para o desenho em alto relevo que se vê estampado na medalha dos 100 anos. Além de tirar uma foto "ao vivo e a cores", ao lado dos ilustres alunos eternizados em metal nobre, ganhei um autógrafo do aluno Guerra, por "sacada genial" do estudante Pedro Henrique Schultz.

Orgulho-me em posar ao lado dos alunos, dignos representantes da riquíssima juventude brasileira. Deus abençoe essa garbosa moçada!

Aroldo Medina


quinta-feira, 15 de março de 2012

Lembranças do Colégio Militar de Porto Alegre.


Tenho muitas lembranças do Colégio Militar de Porto Alegre onde já trabalhei em 1994, como tenente, na sua divisão de relações públicas. Lá também participei da fundação do jornal "Casarão da Várzea" e de mais de uma edição da revista Hyloea do Colégio Militar.


Um dos momentos mais importantes da minha história com o "Colégio dos Presidentes" foi ter a honra de ser empossado na Academia de História Militar Terrestre do Brasil, em 26 de maio de 1999, no salão Brasil, ao lado do general João Carlos Rota, de saudosa memória e do major Antônio Claudio Belém de Oliveira, grande oficial de comunicação do Exército Brasileiro.

A cadeira especial nº 10 que ocupo até hoje tem como patrono o insigne coronel da BM, Hélio Moro Mariante que tive o privilégio de conhecer em vida.

A Academia de História Militar tem como fundador, o idealista coronel Claudio Moreira Bento, abnegado oficial da força terrestre que irradia disposição em seus mais de 80 anos de vida. No RS é presidida pelo prócer coronel Luiz Ernani Caminha Giorgis.

Aroldo Medina

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher.


Perfilo-me ao lado de todos que prestam homenagens merecidas que se fazem as mulheres, no dia de hoje. Deus foi generoso com o homem e o Universo quando as concebeu.

Merecem todas as flores e reverências masculinas por incontáveis motivos, talvez o mais sublime deles, porque receberam da Natureza, a dádiva para gerar e gestar a vida em seu ventre. E, se abdicam dessa função vital de ser mães presentes, toda sociedade padece pela falta de amor dos filhos que se perdem no mundo.


Homenageio todas as mulheres da Terra, abraçando e beijando minha mãe, Nilva de Wallau Medina, com 76 anos de idade, uma mulher abnegada que sempre deu o melhor de si na criação dos filhos e que foi um grande esteio nas realizações do meu pai, Ivo Medina, de saudosa memória.

Parabéns a todas! Muita saúde, paz, amor e felicidade, com o respeito e atenção dos homens, a todos os seus valores femininos.

Aroldo Medina

Na foto, minha mãe, natural de Santo Cristo (RS), em 1957, aos 22 anos de idade.

LEILÃO DE MEDALHA DE OURO

CMPA: 100 anos de história valem ouro. Somos um país rico. Porém, nossa riqueza é roubada todos os dias, por políticos muito corruptos, band...