Nossa base se fundamenta na educação. A força vem do caráter. Trabalhamos com independência e liberdade. Postamos aqui algumas de nossas idéias, pensamentos e ações, construindo um diário público para que as pessoas nos conheçam. Identifiquem nossos ideais e sintam-se a vontade para caminharmos juntos, na realização de nossos sonhos coletivos. Deus ilumine nosso caminho.
sábado, 22 de setembro de 2018
CONCURSO BRIGADA MILITAR 2018
O governo do RS vinha empurrando com a barriga, a chamada dos APROVADOS, no último concurso. Sartori desconversou várias vezes quando questionado a respeito. Publiquei um APEDIDO, em Zero Hora, no final de semana passado, edição do dia 15 e 16 de setembro, página 41, escrevendo que o governo precisava de pressão política, para chamar os jovens aprovados.
No referido APEDIDO, convidei os futuros policiais militares, seus familiares e amigos, a me elegerem deputado estadual. O simples anuncio levou o governo a correr, para chamar metade dos aprovados sexta-feira, dia 21/09 e, eu nem sou deputado, imagina se fosse...
Mas isto não esta nas minhas mãos, esta nas tuas mãos, refletir sobre essa história e acreditar que NOSSA ALIANÇA SERÁ FORTE com o teu voto e, levada muito a sério pelo governo e também pelos bandidos.
#CapitaoMedinadeputadoestadual43017
P.S. Os amigos do governo Sartori vão dizer que foi coincidência esta chamada, cinco dias depois do meu APEDIDO. Também podem dizer que eu consultei a "Mãe Diná" para fazer adivinhação.
Gravei um vídeo sobre esta questão. Clique aqui e assista.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Aba Larga da Brigada Militar
O "Aba Larga" surgiu no Rio Grande do Sul, em 1955, no Comando Geral da Brigada Militar do coronel Ildefonso Pereira de Albuquerque, empossado no cargo pelo engenheiro governador Ildo Menegheti. O Comando da BM escolheu o Primeiro Regimento de Cavalaria da corporação policial militar gaúcha, para ser a sede do novo "Regimento de Polícia Rural Montada".
Em pouco tempo, o regimento dos "Abas Largas" ganhou notoriedade em todo Estado, conquistando a confiança e a admiração do povo gaúcho, pela postura dos seus policiais, imbuídos da missão de fazer o patrulhamento montado, em zonas rurais, combatendo o crime, principalmente, o abigeato. O garbo dos cavaleiros, suas atitudes de cortesia e coragem demonstradas no exercício do policiamento ostensivo, nos campos riograndenses, em 1962, transformaram os policiais em personagens de histórias em quadrinhos criadas por Getúlio Delphino.
As histórias desenhadas por Delphino elevaram ainda mais o moral da tropa do Primeiro Regimento de Cavalaria da Brigada Militar e, seus integrantes passaram a ser vistos como heróis dos gaúchos. Cavalgando pelos campos do Rio Grande do Sul, os "Abas Largas" eram acolhidos pelas famílias que moravam na planície isolada. Era difícil convencê-los a pernoitar na casa dos patrões da propriedade. Homens simples, de origem humilde, preferiam os galpões, o mate amargo, a panela de ferro sob o fogo de chão, cozinhando um carreteiro, em companhia um do outro e do seu cavalo, fiel companheiro de estrada.
Até mesmo um filme foi produzido no RS, em 1962, tendo como tema central, o trabalho desempenhado pelos "Abas Largas". Produzido por Paulo Amaral, cineasta carioca, o longa metragem da Lupa Filmes, dirigido por Sanin Cherques, rodado a partir de Santa Maria e Itaara, com lotações em Porto Alegre e outras cidades gaúchas, esta guardado na Cinemateca Brasileira de São Paulo.
A denominação "Aba Larga" é derivada da aba do chapéu adotado para diferenciar a tropa da unidade criada a partir de um regimento de cavalaria. Daí se evidencia a importância de um chapéu, compondo uma indumentária que cria um personagem na vida real, a partir da cobertura usada na cabeça. Não é difícil aduzir a importância do chapéu na composição do vestuário, pois, é concebido, justamente, para proteger a cabeça e o rosto humanos das intempéries: chuva e sol, vento e calor. O chapéu "Aba Larga" usado pela Brigada Militar é fabricado em feltro. O principal fabricante no Brasil é a Pralana, com sede em Limeira, Estado de São Paulo.
Os "Abas Largas" eram temidos pelos bandidos. Os ladrões de gado tinham pavor deles, pois, sabiam que se topassem com eles, era prisão na certa. Raramente, os bandidos atiravam nos mocinhos, pois, diferente das histórias em quadrinhos, onde os tiroteios pareciam mais comuns, na vida real, se uma horda de malfeitores tinha a ousadia de atirar num "Aba Larga", sabiam que sua sorte estava traçada, não seriam poupados.
Quando foram criados, os "Abas Largas" foram inspirados pela história da Polícia Real Montada do Canadá. Policiais de renome e fama internacional, a polícia montada canadense esta eternizada pelos seus feitos heroicos e de bravura registrada no seu cotidiano de defesa do povo a quem serve com profissionalismo e conduta exemplar. Ética e honra tornam os policiais canadenses, combinados com formação e treinamento constante, agentes da lei de credibilidade popular, similar aquela alcançada pelos Corpos de Bombeiros mais tradicionais.
Os "Abas Largas" ainda fazem parte de nosso cotidiano quando relembramos dos seus feitos, tão heroicos quanto dos seus pares canadenses. Salvando vidas, combatendo bandidos, socorrendo pessoas atacadas por feras, acometidas por doenças ou flageladas em desastres, a polícia montada, na sua constituição orgânica, combinando homem e cavalo, amalgamou um centauro ungido para servir e defender o povo de uma nação, contra ameaças que colocam em risco, a vida das pessoas.
A Brigada Militar possui hoje, sete regimentos de cavalaria no RS, nas cidades de Santa Maria (1 RPMon), Santana do Livramento (2 RPMon), Passo Fundo (3 RPMon), Porto Alegre (4 RPMon), Santiago (5 RPMon), Bagé (6 RPMon) e Santo Angelo (7 RPMon), todos eles são a vanguarda dos "Abas Largas", em nossos dias, embora o chapéu tradicional tenha sido substituído por capacetes de equitação, para dar mais segurança ao cavaleiro.
Para mim é uma honra, vestir o uniforme histórico dos "Abas Largas" relembrando seu significado nos dias de hoje, onde carecemos de mais polícia na rua e nos campos, defendendo a vida e o patrimônio de todos nós. Sua memória permanece preservada pelo Centro Histórico Coronel Pillar, com sede no atual, 1 RPMon (Primeiro Regimento Montado) da Brigada Militar, com sede em Santa Maria (RS).
Aroldo Medina
Fontes de pesquisa: vivência do autor, associadas a leitura de Crônica da Brigada Militar, edição de 1972, de autoria do prócer historiador coronel Hélio Moro Mariante, de saudosa memória e, consulta ao site www.osabaslargas.blogspot.com do coronel Jorge Bengochea, renomado escritor da Brigada Militar.
Em pouco tempo, o regimento dos "Abas Largas" ganhou notoriedade em todo Estado, conquistando a confiança e a admiração do povo gaúcho, pela postura dos seus policiais, imbuídos da missão de fazer o patrulhamento montado, em zonas rurais, combatendo o crime, principalmente, o abigeato. O garbo dos cavaleiros, suas atitudes de cortesia e coragem demonstradas no exercício do policiamento ostensivo, nos campos riograndenses, em 1962, transformaram os policiais em personagens de histórias em quadrinhos criadas por Getúlio Delphino.
As histórias desenhadas por Delphino elevaram ainda mais o moral da tropa do Primeiro Regimento de Cavalaria da Brigada Militar e, seus integrantes passaram a ser vistos como heróis dos gaúchos. Cavalgando pelos campos do Rio Grande do Sul, os "Abas Largas" eram acolhidos pelas famílias que moravam na planície isolada. Era difícil convencê-los a pernoitar na casa dos patrões da propriedade. Homens simples, de origem humilde, preferiam os galpões, o mate amargo, a panela de ferro sob o fogo de chão, cozinhando um carreteiro, em companhia um do outro e do seu cavalo, fiel companheiro de estrada.Até mesmo um filme foi produzido no RS, em 1962, tendo como tema central, o trabalho desempenhado pelos "Abas Largas". Produzido por Paulo Amaral, cineasta carioca, o longa metragem da Lupa Filmes, dirigido por Sanin Cherques, rodado a partir de Santa Maria e Itaara, com lotações em Porto Alegre e outras cidades gaúchas, esta guardado na Cinemateca Brasileira de São Paulo.
A denominação "Aba Larga" é derivada da aba do chapéu adotado para diferenciar a tropa da unidade criada a partir de um regimento de cavalaria. Daí se evidencia a importância de um chapéu, compondo uma indumentária que cria um personagem na vida real, a partir da cobertura usada na cabeça. Não é difícil aduzir a importância do chapéu na composição do vestuário, pois, é concebido, justamente, para proteger a cabeça e o rosto humanos das intempéries: chuva e sol, vento e calor. O chapéu "Aba Larga" usado pela Brigada Militar é fabricado em feltro. O principal fabricante no Brasil é a Pralana, com sede em Limeira, Estado de São Paulo.
Os "Abas Largas" eram temidos pelos bandidos. Os ladrões de gado tinham pavor deles, pois, sabiam que se topassem com eles, era prisão na certa. Raramente, os bandidos atiravam nos mocinhos, pois, diferente das histórias em quadrinhos, onde os tiroteios pareciam mais comuns, na vida real, se uma horda de malfeitores tinha a ousadia de atirar num "Aba Larga", sabiam que sua sorte estava traçada, não seriam poupados.Quando foram criados, os "Abas Largas" foram inspirados pela história da Polícia Real Montada do Canadá. Policiais de renome e fama internacional, a polícia montada canadense esta eternizada pelos seus feitos heroicos e de bravura registrada no seu cotidiano de defesa do povo a quem serve com profissionalismo e conduta exemplar. Ética e honra tornam os policiais canadenses, combinados com formação e treinamento constante, agentes da lei de credibilidade popular, similar aquela alcançada pelos Corpos de Bombeiros mais tradicionais.
Os "Abas Largas" ainda fazem parte de nosso cotidiano quando relembramos dos seus feitos, tão heroicos quanto dos seus pares canadenses. Salvando vidas, combatendo bandidos, socorrendo pessoas atacadas por feras, acometidas por doenças ou flageladas em desastres, a polícia montada, na sua constituição orgânica, combinando homem e cavalo, amalgamou um centauro ungido para servir e defender o povo de uma nação, contra ameaças que colocam em risco, a vida das pessoas.
A Brigada Militar possui hoje, sete regimentos de cavalaria no RS, nas cidades de Santa Maria (1 RPMon), Santana do Livramento (2 RPMon), Passo Fundo (3 RPMon), Porto Alegre (4 RPMon), Santiago (5 RPMon), Bagé (6 RPMon) e Santo Angelo (7 RPMon), todos eles são a vanguarda dos "Abas Largas", em nossos dias, embora o chapéu tradicional tenha sido substituído por capacetes de equitação, para dar mais segurança ao cavaleiro.
Para mim é uma honra, vestir o uniforme histórico dos "Abas Largas" relembrando seu significado nos dias de hoje, onde carecemos de mais polícia na rua e nos campos, defendendo a vida e o patrimônio de todos nós. Sua memória permanece preservada pelo Centro Histórico Coronel Pillar, com sede no atual, 1 RPMon (Primeiro Regimento Montado) da Brigada Militar, com sede em Santa Maria (RS).
Aroldo Medina
Fontes de pesquisa: vivência do autor, associadas a leitura de Crônica da Brigada Militar, edição de 1972, de autoria do prócer historiador coronel Hélio Moro Mariante, de saudosa memória e, consulta ao site www.osabaslargas.blogspot.com do coronel Jorge Bengochea, renomado escritor da Brigada Militar.
sábado, 8 de setembro de 2018
Hípica Santa Thereza
Visitei o 4º RPMon (Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar), em Porto Alegre, nesta semana. No gabinete do comandante, tenente-coronel José Carlos Pacheco Ferreira, conheci Alberi Luiz Rodrigues, um dos sócios da Hípica Santa Thereza. Alberi me convidou para conhecer a sua hípica, onde fui hoje.
A Hípica Santa Thereza fica em Viamão (RS). O acesso é pela rodovia Tapir Rocha (avenida Senador Salgado Filho, nº 4816), parada 43, junto a um quartel do Corpo de Bombeiros Militar, onde se entra no Beco dos Soares, indo até o nº 3010. O CEP do local é 94450-550.
O parque da hípica é muito bonito, limpo e organizado, contando com belíssimos cavalos, cuidados com esmero e dedicação. Da gosto de visitar esta autêntica escola de hipismo, administrada pelo Alberi e o seu sócio Josué Rodrigues, ambos sargentos da reserva da Brigada Militar que depois de trabalharem toda sua vida funcional no 4º RPMon, decidiram abrir uma empresa de cavalos, voltada para a formação de jovens cavaleiras e cavaleiros.
Alberi se entusiasma em falar no seu empreendimento. Destaca que a maior parte dos seus alunos são meninas de 13 a 18 anos que adoram andar à cavalo. Os meninos são minoria. Mas quando se trata de competições olímpicas, os rapazes predominam, embora também participem dos campeonatos, moças que disputam as provas de igual para igual, com os homens.
As aulas ocorrem de terça à sábado, das 08:00 às 11:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas. Nos domingos, as aulas são das 08:00 às 11:00 horas. O aluno interessado em aprender a andar à cavalo, podendo até se tornar um competidor internacional, dispõe de dois programas de aprendizado, na escola de equitação do Alberi e do Josué que contam com mais professores. Podem ser 4 aulas mensais, uma aula por semana, no valor de R$ 390,00 (trezentos e noventa reais) ou 8 aulas por mês, duas aulas por semana, no valor de R$ 490,00 (quatrocentos e noventa reais) que inclui o cavalo, para o aprendizado.
Cada aula dura uma hora, em média, sendo garantidos 45 minutos montados. O aluno, além de montar, ainda aprende a encilhar o seu cavalo, observar sua saúde e dar banho nele, o que para a maioria dos jovens é muito divertido pela afeição que surge pelo animal. A duração do curso completo é de 8 meses, em média. A primeira aula é gratuita, para ver se o jovem se adapta bem a prática da equitação.
A escola recebe alunos a partir dos 3 anos de idade, pois, dispõe de um pônei para crianças. O animal é dócil e de fácil manejo. As crianças ficam encantadas, garantem os administradores da Hípica Santa Thereza que lembram não haver limite de idade para parar de montar, havendo disposição e saúde.
A hípica ainda dispõe de hotelaria para cavalos. O custo mensal é de R$ 1.260,00 (hum mil, duzentos e sessenta reais). Este valor não inclui tratamento veterinário, porém, existem planos de saúde para os cavalos, a partir de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), por mês. O proprietário também pode segurar seu animal, contratando um seguro, cuja cobertura é estabelecida a partir do valor atribuído ao cavalo.
Neste meu passeio, constatei a seriedade do trabalho do Alberi e do Josué, administradores e professores de reconhecido histórico no manuseio de cavalos, 100% recomendados, ao lado de sua grande equipe de colaboradores, tratadores, professores e parceiros associados, verdadeiros amigos dos animais.
Aroldo Medina
Programação de visitas: (51) 98450-0072.
Dúvidas ou agendamento de aula experimental gratuita pelo WhatsApp: (51) 99116-5722.
A Hípica Santa Thereza fica em Viamão (RS). O acesso é pela rodovia Tapir Rocha (avenida Senador Salgado Filho, nº 4816), parada 43, junto a um quartel do Corpo de Bombeiros Militar, onde se entra no Beco dos Soares, indo até o nº 3010. O CEP do local é 94450-550.
O parque da hípica é muito bonito, limpo e organizado, contando com belíssimos cavalos, cuidados com esmero e dedicação. Da gosto de visitar esta autêntica escola de hipismo, administrada pelo Alberi e o seu sócio Josué Rodrigues, ambos sargentos da reserva da Brigada Militar que depois de trabalharem toda sua vida funcional no 4º RPMon, decidiram abrir uma empresa de cavalos, voltada para a formação de jovens cavaleiras e cavaleiros.
Alberi se entusiasma em falar no seu empreendimento. Destaca que a maior parte dos seus alunos são meninas de 13 a 18 anos que adoram andar à cavalo. Os meninos são minoria. Mas quando se trata de competições olímpicas, os rapazes predominam, embora também participem dos campeonatos, moças que disputam as provas de igual para igual, com os homens.As aulas ocorrem de terça à sábado, das 08:00 às 11:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas. Nos domingos, as aulas são das 08:00 às 11:00 horas. O aluno interessado em aprender a andar à cavalo, podendo até se tornar um competidor internacional, dispõe de dois programas de aprendizado, na escola de equitação do Alberi e do Josué que contam com mais professores. Podem ser 4 aulas mensais, uma aula por semana, no valor de R$ 390,00 (trezentos e noventa reais) ou 8 aulas por mês, duas aulas por semana, no valor de R$ 490,00 (quatrocentos e noventa reais) que inclui o cavalo, para o aprendizado.
Cada aula dura uma hora, em média, sendo garantidos 45 minutos montados. O aluno, além de montar, ainda aprende a encilhar o seu cavalo, observar sua saúde e dar banho nele, o que para a maioria dos jovens é muito divertido pela afeição que surge pelo animal. A duração do curso completo é de 8 meses, em média. A primeira aula é gratuita, para ver se o jovem se adapta bem a prática da equitação.
A escola recebe alunos a partir dos 3 anos de idade, pois, dispõe de um pônei para crianças. O animal é dócil e de fácil manejo. As crianças ficam encantadas, garantem os administradores da Hípica Santa Thereza que lembram não haver limite de idade para parar de montar, havendo disposição e saúde.
![]() |
| Sala de aula |
Neste meu passeio, constatei a seriedade do trabalho do Alberi e do Josué, administradores e professores de reconhecido histórico no manuseio de cavalos, 100% recomendados, ao lado de sua grande equipe de colaboradores, tratadores, professores e parceiros associados, verdadeiros amigos dos animais.
Aroldo Medina
Programação de visitas: (51) 98450-0072.
Dúvidas ou agendamento de aula experimental gratuita pelo WhatsApp: (51) 99116-5722.
sábado, 18 de agosto de 2018
Situação de Emergência na Segurança Pública do RS.
Amigos que moram em Canoas me procuraram para relatar uma nova onda de violência na cidade, especialmente no bairro Guajuviras, com tiroteios diários, entre facções criminosas disputando pontos de tráfico de drogas. Nos fundos do bairro Mathias Velho, a mesma situação estaria ocorrendo.
As pessoas estão cansadas de tanta violência. Não aguentam mais o tormento causado por bandidos que o Estado deve combater, sem tréguas e, com todo rigor da lei. A Brigada Militar e a Polícia Civil estão empenhadas, diariamente, agindo para impedir a progressão da criminalidade, porém o efetivo das organizações policiais gaúchas, defasado, não dá conta de tantos focos de violência generalizada.
Urge que façamos a nossa parte. Em quarenta e poucos dias vamos as urnas, novamente, onde podemos votar pela nossa defesa, contra os bandidos que nos atormentam. Coloquei o meu nome a disposição dos gaúchos, como candidato a deputado estadual. Hoje, na Assembléia Legislativa do RS, não temos um único deputado com vivência na área de segurança pública.
Trabalhei durante 30 anos na Brigada Militar, não medindo esforços para combater bandidos, nas ruas de nossas cidades. Tenho certeza de que posso representar bem este anseio da população, por mais segurança pública. Por isso peço teu voto. Conceda-me o poder político para combater bandidos como deputado estadual. Não vou te decepcionar.
Segue o link de uma gravação que fiz sobre este problema de segurança pública, em Canoas.
Cordial abraço! Aroldo Medina.
Meu WatsApp: 51 99855-3142
sábado, 23 de junho de 2018
Instalações elétricas com experiência garantida.
Quando se trata de fazer uma instalação elétrica, esses moços entendem do que fazem. O Cauê, 19 anos e, o Wellington, 25 anos, parceiros da empresa Concreposte, em Porto Alegre, realizam um serviço garantido e rápido. O mais novo, o Cauê, herdou a vocação do pai, com quem aprendeu o ofício. O Wellington é o gaúcho instrumentista que vai alcançando as ferramentas e os materiais ao colega mais novo que não brinca em serviço.
Quem estiver interessado em contratar o trabalho dos jovens eletricistas é só ligar para a Concreposte e falar com o Diego ou a Carol através do telefone (51) 3336-8583. A Concreposte vende postes de luz, padrão CEEE, de excelente qualidade.
Aroldo Medina
Quem estiver interessado em contratar o trabalho dos jovens eletricistas é só ligar para a Concreposte e falar com o Diego ou a Carol através do telefone (51) 3336-8583. A Concreposte vende postes de luz, padrão CEEE, de excelente qualidade.Aroldo Medina
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Combate ao estelionato no Brasil.
Fui vitima de estelionato. Hoje, conheci, no Foro de Canoas (RS), em audiência, Douglas Pegoraro, o estelionatário que usou o meu nome e CPF para comprar uma adega de vinhos, na Internet. Foi preso pela exemplar Polícia Civil de Santa Catarina.
Na sala de audiência, o bandido tentou me intimidar encarando-me com olhar criminoso, mexendo com minhas entranhas. Atiçou o leão que vive no coração dos bons policiais, vocacionados para defender, sem medo, a sociedade contra a ação desses e, de outros malignos.
Gravei este VIDEO sobre a audiência na Justiça.
Fraterno abraço a todos. Deus esteja entre nós.
Aroldo Medina
![]() |
| FORÇA E HONRA! |
quarta-feira, 11 de abril de 2018
O reeducando Luiz Inácio
Os defensores de Lula tiram da caixa de pandora todos os males, com
ideias mirabolantes, dignas dos desesperados, que procuram em terceiros, a
desculpa pelos erros cometidos.
Primeiro, tentaram, até não mais poder, encontrar uma forma para o não
cumprimento do mandado de prisão. Não sou eu que digo, os próprios lideres do
partido sustentaram a desobediência civil.
Segundo, mesmo recebendo uma regalia inimaginável para nós, simples
cidadãos, com 24 horas de prazo para o cumprimento da ordem judicial tentaram,
a exaustão, prolongar o acordo feito com a Polícia Federal, a ponto dessa, com
sua paciência exaurida, dar um ultimato ao apenado para que se apresentasse em
30 minutos, sob pena de sofrer sérias consequências, entre elas, a expedição de
uma ordem de prisão preventiva, o que seria um tiro mortal nas pretensões para
sustentar a suposta ilegalidade no cumprimento de pena, em decisões do 2º
grau.
Agora, não mais para a nossa surpresa, o reeducando e sua turma busca
uma sala, provavelmente, no Exército Brasileiro, instituição sempre desdenhada
e desprestigiada pela companheirada, regalia no cumprimento da pena, sob a
alegação de que a cela é muito pequena na Polícia Federal. Era bom irem ver
antes, os quartos existentes nos quartéis. Haverão de se surpreender com a
simplicidade das acomodações.
Por outro lado, sabemos que o problema não são somente os 15 metros
quadrados. Tem a questão do controle das visitas, na carceragem da Polícia
Federal. Os lulistas querem entrar e sair a hora que bem entenderem. Já
pensaram na “muvuca” que vai ser na frente do quartel premiado? E, ai do
oficial de dia que quiser botar ordem na casa. Podemos poupar os militares
federais dessa “pegadinha”. Sua missão constitucional é outra, bem definida.
Mas qual o fundamento para tamanha fanfarrice? Talvez porque aqui na
terra brasilis tudo cola e alguém já disse “não há o que não
haja”, neste país.
O artigo 295 do Código de Processo Penal é claro ao afirmar que serão
recolhidos a quartéis ou a prisão especial, à disposição da autoridade
competente, quando sujeitos a prisão antes da condenação definitiva (grifo
é necessário), as autoridades previstas nos incisos “I” a “XII”.
No citado artigo há a previsão, em um
dos incisos que os “diplomados por qualquer das faculdades superiores da
República” têm direito a serem recolhidos em “quartéis ou a prisão especial”.
Mas o Lula, como diria meu amado avô,
não tem o segundo livro! Ocorre que ele, ao longo de seu mandato, recebeu
inúmeros títulos de doutor honoris causa no
Brasil e no exterior, diplomas expedidos por instituições de ensino superior
que garantiria, para muitos juristas, o direito do reeducando Luiz Inácio, a
uma cela especial.
O fato de Luiz Inácio ter sido o
Comandante em Chefe das Forças Armadas, em nada lhe garante regalias – sim esse
é o termo mais adequado - após a condenação. O cumprimento da pena ocorre junto
com os presos comuns. A cela especial é apenas enquanto o processo tramita.
De fato, mesmo investigados que não
se enquadrem nas especificações do citado artigo do CPP podem ficar em celas
separadas para garantir sua integridade física. Mas convenhamos que requerer o
cumprimento da pena em quartel militar, soa como deboche da lei, o que tem sido
comum no Brasil.
Mas se o surreal
acontecer, só nos resta torcer para que Lula e seus seguidores se contentem com
alojamento similar ao do oficial de dia de serviço nos quartéis, pois, só o que
nos falta é quererem despejar o Comandante da Unidade, para usar o seu
alojamento, o que sinceramente, não seria surpresa.
Aroldo Medina
Aroldo Medina
Assinar:
Postagens (Atom)
LEILÃO DE MEDALHA DE OURO
CMPA: 100 anos de história valem ouro. Somos um país rico. Porém, nossa riqueza é roubada todos os dias, por políticos muito corruptos, band...
-
Foto: Aline Rodrigues, 2026. Prezados amigos, Publico uma síntese do meu currículo pessoal, a fim de compartilhar os dados mais relevantes...
-
Um familiar, reportou-me, hoje, no final da tarde, um incidente de trânsito que vivenciou ontem, dia 07 de maio de 2026, por volta do meio d...
-
O deputado Federal Kim Kataguiri (Missão), eleito pelo Estado de São Paulo, esteve em Porto Alegre, na sexta-feira Santa, dia 03 de abril. V...
















