quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Aba Larga da Brigada Militar.


Na edição de hoje do jornal Zero Hora, pode-se ler na página 44, na coluna histórica do Almanaque Gaúcho do jornalista Ricardo Chaves, reportagem sobre o Regimento Aba Larga da Brigada Militar.
A reportagem é ilustrada com fotos de Alfonso Abraham, também conhecido como Espanhol que clicou-me vestindo o uniforme dos próceres Abas Larga da BM que desde os anos 50, até os dias de hoje, através dos regimentos de polícia montada da Brigada, defendem com honra, a vida e o patrimônio dos gaúchos. 

Os Abas Larga compõe um capitulo importante da história da Brigada Militar que completou esta semana, 181 anos de existência determinada a partir de sua criação imperial, em 18 de novembro de 1837, como então Corpo Policial da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.

Este Corpo Policial, tido como origem da atual BM, tem sua denominação alterada até consagrar o nome Brigada Militar, em 15 de outubro de 1892.



Aroldo Medina


Aba Larga: centauro do pampa gaúcho. Foto: Alfonso Abraham


Nota: na reportagem constou legenda grafando meu nome como Haroldo Medina. A forma correta é Aroldo Medina. Por ocasião do registro do meu nome, meu pai e minha mãe excluíram a letra "h". Esta iniciativa de grafar o nome com "A" foi de minha mãe, pois, ela desejava que o nome dos seus filhos fossem contemplados com a primeira letra do alfabeto. Tenho mais dois irmãos, Adriana e Adroaldo.

Questionada sobre esta decisão grafológica, minha mãe costuma dizer que sempre se sentiu incomodada em constar nas listas de organização alfabética, somente na letra "N", de Nilva.


quinta-feira, 15 de novembro de 2018

E s p e r a n ç a.


Podemos imaginar nossa vida como uma viagem numa embarcação. Muitas considerações podem ser feitas a partir desta imagem e, creio que um de seus significados mais relevantes é imaginar a esperança como o vento que deve impulsionar nossa vida para frente.

Sem esperança, nossa vida se transforma num barco a vela, num mar sem vento.

Aroldo Medina


sábado, 22 de setembro de 2018

CONCURSO BRIGADA MILITAR 2018


O governo do RS vinha empurrando com a barriga, a chamada dos APROVADOS, no último concurso. Sartori desconversou várias vezes quando questionado a respeito. Publiquei um APEDIDO, em Zero Hora, no final de semana passado, edição do dia 15 e 16 de setembro, página 41, escrevendo que o governo precisava de pressão política, para chamar os jovens aprovados.

No referido APEDIDO, convidei os futuros policiais militares, seus familiares e amigos, a me elegerem deputado estadual. O simples anuncio levou o governo a correr, para chamar metade dos aprovados sexta-feira, dia 21/09 e, eu nem sou deputado, imagina se fosse...

Mas isto não esta nas minhas mãos, esta nas tuas mãos, refletir sobre essa história e acreditar que NOSSA ALIANÇA SERÁ FORTE com o teu voto e, levada muito a sério pelo governo e também pelos bandidos.

#CapitaoMedinadeputadoestadual43017

P.S. Os amigos do governo Sartori vão dizer que foi coincidência esta chamada, cinco dias depois do meu APEDIDO.  Também podem dizer que eu consultei a "Mãe Diná" para fazer adivinhação.

Gravei um vídeo sobre esta questão. Clique aqui e assista.





segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Aba Larga da Brigada Militar

O "Aba Larga" surgiu no Rio Grande do Sul, em 1955, no Comando Geral da Brigada Militar do coronel Ildefonso Pereira de Albuquerque, empossado no cargo pelo engenheiro governador Ildo Menegheti. O Comando da BM escolheu o Primeiro Regimento de Cavalaria da corporação policial militar gaúcha, para ser a sede do novo "Regimento de Polícia Rural Montada".

Em pouco tempo, o regimento dos "Abas Largas" ganhou notoriedade em todo Estado, conquistando a confiança e a admiração do povo gaúcho, pela postura dos seus policiais, imbuídos da missão de fazer o patrulhamento montado, em zonas rurais, combatendo o crime, principalmente, o abigeato. O garbo dos cavaleiros, suas atitudes de cortesia e coragem demonstradas no exercício do policiamento ostensivo, nos campos riograndenses, em 1962, transformaram os policiais em personagens de histórias em quadrinhos criadas por Getúlio Delphino.

As histórias desenhadas por Delphino elevaram ainda mais o moral da tropa do Primeiro Regimento de Cavalaria da Brigada Militar e, seus integrantes passaram a ser vistos como heróis dos gaúchos. Cavalgando pelos campos do Rio Grande do Sul, os "Abas Largas" eram acolhidos pelas famílias que moravam na planície isolada. Era difícil convencê-los a pernoitar na casa dos patrões da propriedade. Homens simples, de origem humilde, preferiam os galpões, o mate amargo, a panela de ferro sob o fogo de chão, cozinhando um carreteiro, em companhia um do outro e do seu cavalo, fiel companheiro de estrada.

Até mesmo um filme foi produzido no RS, em 1962, tendo como tema central, o trabalho desempenhado pelos "Abas Largas". Produzido por Paulo Amaral, cineasta carioca, o longa metragem da Lupa Filmes, dirigido por Sanin Cherques, rodado a partir de Santa Maria e Itaara, com lotações em Porto Alegre e outras cidades gaúchas, esta guardado na Cinemateca Brasileira de São Paulo.

A denominação "Aba Larga" é derivada da aba do chapéu adotado para diferenciar a tropa da unidade criada a partir de um regimento de cavalaria. Daí se evidencia a importância de um chapéu, compondo uma indumentária que cria um personagem na vida real, a partir da cobertura usada na cabeça. Não é difícil aduzir a importância do chapéu na composição do vestuário, pois, é concebido, justamente, para proteger a cabeça e o rosto humanos das intempéries: chuva e sol, vento e calor. O chapéu "Aba Larga" usado pela Brigada Militar é fabricado em feltro. O principal fabricante no Brasil é a Pralana, com sede em Limeira, Estado de São Paulo.

Os "Abas Largas" eram temidos pelos bandidos. Os ladrões de gado tinham pavor deles, pois, sabiam que se topassem com eles, era prisão na certa. Raramente, os bandidos atiravam nos mocinhos, pois, diferente das histórias em quadrinhos, onde os tiroteios pareciam mais comuns, na vida real, se uma horda de malfeitores tinha a ousadia de atirar num "Aba Larga", sabiam que sua sorte estava traçada, não seriam poupados.

Quando foram criados, os "Abas Largas" foram inspirados pela história da Polícia Real Montada do Canadá. Policiais de renome e fama internacional, a polícia montada canadense esta eternizada pelos seus feitos heroicos e de bravura registrada no seu cotidiano de defesa do povo a quem serve com profissionalismo e conduta exemplar. Ética e honra tornam os policiais canadenses, combinados com formação e treinamento constante, agentes da lei de credibilidade popular, similar aquela alcançada pelos Corpos de Bombeiros mais tradicionais.

Os "Abas Largas" ainda fazem parte de nosso cotidiano quando relembramos dos seus feitos, tão heroicos quanto dos seus pares canadenses. Salvando vidas, combatendo bandidos, socorrendo pessoas atacadas por feras, acometidas por doenças ou flageladas em desastres, a polícia montada, na sua constituição orgânica, combinando homem e cavalo, amalgamou um centauro ungido para servir e defender o povo de uma nação, contra ameaças que colocam em risco, a vida das pessoas.

A Brigada Militar possui hoje, sete regimentos de cavalaria no RS, nas cidades de Santa Maria (1 RPMon), Santana do Livramento (2 RPMon), Passo Fundo (3 RPMon), Porto Alegre (4 RPMon), Santiago (5 RPMon), Bagé (6 RPMon) e Santo Angelo (7 RPMon), todos eles são a vanguarda dos "Abas Largas", em nossos dias, embora o chapéu tradicional tenha sido substituído por capacetes de equitação, para dar mais segurança ao cavaleiro.

Para mim é uma honra, vestir o uniforme histórico dos "Abas Largas" relembrando seu significado nos dias de hoje, onde carecemos de mais polícia na rua e nos campos, defendendo a vida e o patrimônio de todos nós. Sua memória permanece preservada pelo Centro Histórico Coronel Pillar, com sede no atual, 1 RPMon (Primeiro Regimento Montado) da Brigada Militar, com sede em Santa Maria (RS).

Aroldo Medina


Fontes de pesquisa: vivência do autor, associadas a leitura de Crônica da Brigada Militar, edição de 1972, de autoria do prócer historiador coronel Hélio Moro Mariante, de saudosa memória e, consulta ao site www.osabaslargas.blogspot.com do coronel Jorge Bengochea, renomado escritor da Brigada Militar.


sábado, 8 de setembro de 2018

Hípica Santa Thereza

Visitei o 4º RPMon (Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar), em Porto Alegre, nesta semana. No gabinete do comandante, tenente-coronel José Carlos Pacheco Ferreira, conheci Alberi Luiz Rodrigues, um dos sócios da Hípica Santa Thereza. Alberi me convidou para conhecer a sua hípica, onde fui hoje.

A Hípica Santa Thereza fica em Viamão (RS). O acesso é pela rodovia Tapir Rocha (avenida Senador Salgado Filho, nº 4816), parada 43, junto a um quartel do Corpo de Bombeiros Militar, onde se entra no Beco dos Soares, indo até o nº 3010. O CEP do local é 94450-550.

O parque da hípica é muito bonito, limpo e organizado, contando com belíssimos cavalos, cuidados com esmero e dedicação. Da gosto de visitar esta autêntica escola de hipismo, administrada pelo Alberi e o seu sócio Josué Rodrigues, ambos sargentos da reserva da Brigada Militar que depois de trabalharem toda sua vida funcional no 4º RPMon, decidiram abrir uma empresa de cavalos, voltada para a formação de jovens cavaleiras e cavaleiros.

Alberi se entusiasma em falar no seu empreendimento. Destaca que a maior parte dos seus alunos são meninas de 13 a 18 anos que adoram andar à cavalo. Os meninos são minoria. Mas quando se trata de competições olímpicas, os rapazes predominam, embora também participem dos campeonatos, moças que disputam as provas de igual para igual, com os homens.

As aulas ocorrem de terça à sábado, das 08:00 às 11:00 horas e das 14:00 às 17:00 horas. Nos domingos, as aulas são das 08:00 às 11:00 horas. O aluno interessado em aprender a andar à cavalo, podendo até se tornar um competidor internacional, dispõe de dois programas de aprendizado, na escola de equitação do Alberi e do Josué que contam com mais professores. Podem ser 4 aulas mensais, uma aula por semana, no valor de R$ 390,00 (trezentos e noventa reais) ou 8 aulas por mês, duas aulas por semana, no valor de R$ 490,00 (quatrocentos e noventa reais) que inclui o cavalo, para o aprendizado.

Cada aula dura uma hora, em média, sendo garantidos 45 minutos montados. O aluno, além de montar, ainda aprende a encilhar o seu cavalo, observar sua saúde e dar banho nele, o que para a maioria dos jovens é muito divertido pela afeição que surge pelo animal. A duração do curso completo é de 8 meses, em média. A primeira aula é gratuita, para ver se o jovem se adapta bem a prática da equitação.

A escola recebe alunos a partir dos 3 anos de idade, pois, dispõe de um pônei para crianças. O animal é dócil e de fácil manejo. As crianças ficam encantadas, garantem os administradores da Hípica Santa Thereza que lembram não haver limite de idade para parar de montar, havendo disposição e saúde.

Sala de aula
A hípica ainda dispõe de hotelaria para cavalos. O custo mensal é de R$ 1.260,00 (hum mil, duzentos e sessenta reais). Este valor não inclui tratamento veterinário, porém, existem planos de saúde para os cavalos, a partir de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), por mês. O proprietário também pode segurar seu animal, contratando um seguro, cuja cobertura é estabelecida a partir do valor atribuído ao cavalo.

Neste meu passeio, constatei a seriedade do trabalho do Alberi e do Josué, administradores e professores de reconhecido histórico no manuseio de cavalos, 100% recomendados, ao lado de sua grande equipe de colaboradores, tratadores, professores e parceiros associados, verdadeiros amigos dos animais.

Aroldo Medina



Programação de visitas: (51) 98450-0072.

Dúvidas ou agendamento de aula experimental gratuita pelo WhatsApp: (51) 99116-5722.



sábado, 18 de agosto de 2018

Situação de Emergência na Segurança Pública do RS.


Amigos que moram em Canoas me procuraram para relatar uma nova onda de violência na cidade, especialmente no bairro Guajuviras, com tiroteios diários, entre facções criminosas disputando pontos de tráfico de drogas. Nos fundos do bairro Mathias Velho, a mesma situação estaria ocorrendo.

As pessoas estão cansadas de tanta violência. Não aguentam mais o tormento causado por bandidos que o Estado deve combater, sem tréguas e, com todo rigor da lei. A Brigada Militar e a Polícia Civil estão empenhadas, diariamente, agindo para impedir a progressão da criminalidade, porém o efetivo das organizações policiais gaúchas, defasado, não dá conta de tantos focos de violência generalizada.

Urge que façamos a nossa parte. Em quarenta e poucos dias vamos as urnas, novamente, onde podemos votar pela nossa defesa, contra os bandidos que nos atormentam. Coloquei o meu nome a disposição dos gaúchos, como candidato a deputado estadual. Hoje, na Assembléia Legislativa do RS, não temos um único deputado com vivência na área de segurança pública.

Trabalhei durante 30 anos na Brigada Militar, não medindo esforços para combater bandidos, nas ruas de nossas cidades. Tenho certeza de que posso representar bem este anseio da população, por mais segurança pública. Por isso peço teu voto. Conceda-me o poder político para combater bandidos como deputado estadual. Não vou te decepcionar.

Segue o link de uma gravação que fiz sobre este problema de segurança pública, em Canoas.

Cordial abraço! Aroldo Medina.

Meu WatsApp: 51 99855-3142



sábado, 23 de junho de 2018

Instalações elétricas com experiência garantida.

Quando se trata de fazer uma instalação elétrica, esses moços entendem do que fazem. O Cauê, 19 anos e, o Wellington, 25 anos, parceiros da empresa Concreposte, em Porto Alegre, realizam um serviço garantido e rápido. O mais novo, o Cauê, herdou a vocação do pai, com quem aprendeu o ofício. O Wellington é o gaúcho instrumentista que vai alcançando as ferramentas e os materiais ao colega mais novo que não brinca em serviço.

Quem estiver interessado em contratar o trabalho dos jovens eletricistas é só ligar para a Concreposte e falar com o Diego ou a Carol através do telefone (51) 3336-8583. A Concreposte vende postes de luz, padrão CEEE, de excelente qualidade.

Aroldo Medina


LEILÃO DE MEDALHA DE OURO

CMPA: 100 anos de história valem ouro. Somos um país rico. Porém, nossa riqueza é roubada todos os dias, por políticos muito corruptos, band...