Nossa base se fundamenta na educação. A força vem do caráter. Trabalhamos com independência e liberdade. Postamos aqui algumas de nossas idéias, pensamentos e ações, construindo um diário público para que as pessoas nos conheçam. Identifiquem nossos ideais e sintam-se a vontade para caminharmos juntos, na realização de nossos sonhos coletivos. Deus ilumine nosso caminho.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Orelha
É possível imaginar o Orelha num multiverso onde ele tenha sido adotado por uma família. Nesta família, os pais ensinam os filhos a amarem os animais. Todos os dias, o Orelha acorda do lado das crianças e corre de um lado para o outro, abanando o rabo e latindo de alegria. As crianças levantam, abraçam e beijam o Orelha. É uma festa, todos os dias.
O pai e a mãe são amorosos com seus filhos. Conversam com eles, sobre tudo. Educam e, impõe limites quando o menino ou a menina fazem alguma arte. Todos são felizes, de verdade. O amor esta presente na família onde o homem é pai e a mulher é mãe. E, no café da manhã, a oração também é servida na mesa e, no final dela, o Orelha late, na hora que todos dizem amém.
Em nosso universo, o Orelha não foi adotado por uma família. Vivia nas ruas da Praia Brava de Itajaí, em Santa Catarina. Era um cão comunitário. Era de todos, mas não era de ninguém. Sozinho, na beira da praia, na calada de uma noite, se aproximou faceiro, de um grupo de jovens que o agarraram, enquanto ele abanava o rabo. Orelha não percebeu, com a sua inocência e bondade, a maldade que caminhava na sua direção.
Orelha foi trucidado por uma gang de playboys desequilibrados que o torturaram de maneira cruel batendo insanamente no seu crânio, onde também enfiaram prego e depois o empalaram. Após saciarem sua sede, os sádicos abandonaram o pobre cão agonizando, na beira da Praia Brava que nunca foi tão brava, não fossem as mãos desses psicopatas.
Orelha foi encontrado e socorrido no dia 05 de janeiro de 2026. Levado a uma clínica veterinária foi eutanasiado, em função da gravidade dos ferimentos. Enquanto isso, seus algozes viajavam para Disney, nos EUA e outros países, por decisão dos pais homiziando os filhos responsáveis pela barbárie.
A morte cruel do cão ganhou repercussão internacional e grande comoção em todo Brasil. Os pais dos delinquentes juvenis tem Poder Econômico e estão fazendo de tudo para encobrir a atrocidade cometida pelos filhos diabólicos.
Porém, a morte do pobre cão Orelha comoveu e mobilizou uma multidão em todo Brasil e fora do país que passaram a se manifestar nas redes sociais, expressando sua indignação com o requinte da crueldade desmedida praticada, covardemente, por um grupo de adolescentes guiados por violência extrema.
Os infratores, menores de idade, autores de um crime bárbaro, não pagarão proporcionalmente ao mal que fizeram ao Orelha e a outros animais. Serão sentenciados a três anos de internação, no máximo, pois é o que a lei brasileira prevê. Esta pena branda leva um exército de brasileiros a proporem a redução da maioridade penal no Brasil, de 18 para 16 anos, no mínimo. Seus pais, no entanto, podem pagar mais caro.
O Ministério Público Brasileiro pode requerer ao juiz do processo, a aplicação de multa aos responsáveis pelos menores, como a legislação prevê (Leis Federais 9.605/1998 e 14.064/2020). A multa deve ser pesada, pois, os pais agem para minimizar e encobrir a gravidade da atitude dos filhos, além de jactarem-se pela influência do Poder Econômico que exercem na sociedade.
O valor da multa a ser aplicada na sentença de punição a crueldade da tortura praticada contra o animal indefeso, pode ser distribuída entre organizações de proteção e defesa dos animais. Há inúmeras protetoras que desenvolvem um trabalho muito sério de socorro a vida e ao bem estar de animais abandonados nas ruas do Brasil.
A aplicação de uma multa milionária também terá um efeito pedagógico para desencorajar outros que pensam em seguir pelo mesmo caminho, sejam filhos desajustados ou pais ausentes na educação ou imposição de limites nos desvios de conduta dos filhos.
Aroldo Medina - Jornalista
Presidente da Fundação Walter Peracchi de Barcellos
sábado, 3 de janeiro de 2026
O fim da ditadura de Nicolás Maduro
Por Aroldo Medina
Às 03:45 horas de hoje, horário de Brasília (DF), a Força Delta do Exército dos Estados Unidos da América capturou e prendeu Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, em Caracas, na Venezuela. Em menos de um minuto os soldados americanos entraram no Palácio Presidencial do ditador e o prenderam, numa ação militar cinematográfica, de profissionalismo exemplar.A Venezuela acordou sem Maduro e sua mulher narcotraficante, autodenominada "1ª Combatente", uma guerrilheira ardilosa e inteligente que atuou ao lado de Hugo Chaves.
O povo venezuelano estava incrédulo, diante da notícia inesperada. Aos poucos as comemorações iniciaram fora da Venezuela, com os cidadãos nativos que haviam fugido do regime de Maduro.
Não demorou para o país incendiar, de alegria. Milhares de venezuelanos foram as ruas comemorar. Aos pulos e aos gritos, pareciam crianças felizes ao ganharem presentes de aniversário. E, enquanto o povo pulava e chorava de felicidade, lideranças de esquerda acusavam Donald Trump de sequestrador imperialista.
Trump livrou a Venezuela de um ditador nefasto que oprimia e explorava um povo humilde e trabalhador. A Venezuela vai crescer, sem o casal mortífero Flores Maduro. A comida escassa vai voltar a mesa das famílias da Venezuela. E, o Governo dos E.U.A. irá ajudar. O povo venezuelano já demonstrou que está do lado de Trump. E, a grande maioria dos militares do país renascido, já reconheceram, pacificamente, a oportunidade de viverem melhor sob a proteção norte americana.Cilia Flores, a Ex-1ª Combatente
o ditador capturado.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
FUNPERACCHI elege nova Diretoria
A nova diretoria agregou novos membros, destacando-se o Promotor de Justiça, aposentado e, renomado advogado doutor Renan Lisboa que antes de ingressar no Ministério Público do Estado do RS foi Delegado da Polícia Civil gaúcha. Ao fazer uso da palavra, o doutor Renan, novo Vice Presidente da fundação, expressou sua satisfação em integrar-se a instituição ligada à Brigada Militar, lembrando que o seu pai, Militão da Silva Neto serviu nas fileiras da Corporação Brigadiana onde chegou ao posto de coronel.Nas palavras do coronel Cairo Bueno de Camargo, a nova Diretoria Executiva reúne juventude com disposição para trabalhar e formação acadêmica em assuntos de Estado ligados a área da Segurança Pública.
sexta-feira, 22 de agosto de 2025
Letras em marcha firme
Meio dia, 22 de agosto. Chove forte, em Canoas (RS), desde a
madrugada. Esta chuva reacende temores, na cabeça e no coração dos moradores
que sofreram o tormento da inundação da cidade, em maio de 2024. De lá para cá,
o poder público pouco fez para prevenir novas inundações.
Na minha volta, cinco “pet filhos”. Grandes companheiros! Cochilam acomodados no mobiliário do entorno. Tremem de medo com os trovões, assim como buscam refúgio ao meu lado quando os incautos soltam foguetes. Tenho oito mascotes em casa. Todos são “vira latas” que resgatei na rua. Leais são amigos fiéis de inestimável valor presencial e emocional.
Estou trabalhando em um novo projeto. Trata-se da edição de um livro. Ontem, dia 21 de agosto, convidado pelo coronel Luiz Ernani Caminha Giorgis, participei de um seminário no Memorial do Ministério Público do Estado do RS, no Centro Histórico de Porto Alegre (RS). Palestraram os historiadores Corálio Cabeda e o coronel Rossi Machado sobre os 80 Anos da Força Expedicionária Brasileira, mediados pelo renomado professor Gunter Axt.
Hoje, em casa, durante a chuva, peguei em mãos a edição da
revista Hyloea de 1995 do Colégio Militar de Porto Alegre que ajudei a editar,
ao lado do insigne major engenheiro Antônio Claudio Belém de Oliveira, sob o
Comando do coronel de Cavalaria, José Eurico de Andrade Neves Pinto.
Emocionei-me várias vezes, relendo artigos publicados na revista. Muitos dos
mestres que ali escreveram, já partiram para o Oriente Eterno.
Na edição da Hyloea 1995 do CMPA, editada desde 1922, versando sobre os alunos, professores e o quadro orgânico militar do valoroso Colégio Militar, reunimos notáveis articulistas, ex-alunos, líderes militares, escritores e historiadores. Entre eles: Sérgio da Costa Franco, Hélio Moro Mariante, Osório Santana Figueiredo, Laudelino Medeiros, Claudio Moreira Bento, João Baptista de Figueiredo, Gleuber Vieira, Pedro Américo Leal, João Carlos Rotta, Jarbas Passarinho, Marcelo Rech, Flávio José Corrêa Mabilde, Mario Gardelin, Délio de Assis Monteiro, entre outros. A nominada plêiade de grandes brasileiros testemunhou sobre o Colégio Militar de Porto Alegre, compartilhando com os leitores da centenária revista, suas vivências e aprendizado no ambiente escolar do “Velho Casarão da Várzea”.
Meu globo ocular inundou em lágrimas, na leitura de cada um dos artigos de autores iluminados de valores, virtudes, conhecimento e experiência de vida. Que saudade senti do coronel Mariante, do seu Osório, do aguerrido coronel Pedro Américo Leal.
Que emoção! Senti ao ler o texto do presidente João Figueiredo, do general Délio de Assis Monteiro de quem recebi em mãos, o Diploma e a insígnia correspondente de Colaborador Emérito do Exército, em 25 de agosto de 1994.
Que orgulho! Senti de ter sido um dos obreiros
responsáveis pela edição desta revista Hyloea e proponente de muitos dos nomes
que compuseram a sinfônica de letras, nesta publicação que eternizou o
pensamento de seus escritores. O Grande Pai do Universo foi generoso com a
dádiva de nossa participação, nesta grande obra literária.
A força para realizarmos qualquer obra,
por mais difícil que seja, começa com nossa união, a confiança compartilhada e, sobretudo,
com a decisão de iniciar o trabalho. “Allea
Jacta Est” – A sorte esta lançada.
Aroldo Medina
Testemunhos de valor eterno:
terça-feira, 10 de junho de 2025
A delegada
Luciane Bertoletti é um nome que devemos gravar. Luciane é delegada da Polícia Civil do Estado do RS, titular da 3ª DP de Canoas. Ela deflagrou uma operação de Estado contra perigosas facções criminosas que prosperam na Região Metropolitana de Porto Alegre. Contrariando a máxima de que o crime compensa no Brasil, a delegada enfrentou criminosos que atormentam a Sociedade Gaúcha.
Sem
alardes, a delegada e sua corajosa equipe de policiais civis atacou as
principais facções de bandidos que mandam e desmandam em Canoas (RS), como
registra a reportagem do jornal Correio do Povo, edição do dia 20/05/2025. Sem
medo, a Polícia Civil do Estado do RS incursionou contra conhecidos QGs
(Quartéis Generais) de barões do crime, infiltrados em condomínios residenciais
de trabalhadores rendidos. A matéria do CP é precisa, em suas informações.
Luciane
Bertoletti, mulher, sem medo, fez o que muitos homens não tiveram a coragem de
realizar, pôs em cheque, o crime organizado que atua em Canoas. A delegada, na
melhor acepção do que significa ser policial, agiu como xerife de uma cidade
rendida pelo medo das famosas facções e seus agentes associados.
Moro
em Canoas há 50 anos e vejo a população da cidade, cada vez mais temerosa, dos
bandidos que se fortalecem em facções, impondo-se, atacando os mais fracos e,
inclusive, intimidando a polícia, com ameaças veladas. Porém, o plano demoníaco
dos malfeitores, implode, quando surge nas trevas, uma luz que ofusca o mal,
com o brilho da coragem e o idealismo de policiais que encarnam a missão dos
anjos de nossa guarda.
Luciane
Bertoletti e toda sua equipe de valiosos policiais civis gaúchos são nossa
maior inspiração e esperança de defesa contra os criminosos que roubam a paz
dos brasileiros. A Polícia Civil do Estado do RS é digna de nossa confiança e
oração de gratidão, por seu idealismo e destemor.
Por derradeiro, creio que o Parlamento de nosso Estado, deve se dignificar propondo que a intrépida delegada e toda sua equipe sejam agraciados, com a medalha “Negrinho do Pastoreio”, num gesto de grandeza institucional e, mensagem de apoio moral ao profícuo trabalho policial de enfrentamento ao crime organizado no Estado do Rio Grande do Sul.
Aroldo Medina
Presidente da Fundação Walter Peracchi de Barcellos
Nota: O presente artigo foi publicado pelo jornal Correio do Povo em sua edição impressa e digital do dia 09 de junho de 2025.
terça-feira, 29 de abril de 2025
Muralha em Canoas contra novas inundações
PROJETO MURALHA DE CANOAS
1. Introdução
Este documento apresenta a estimativa de custo para construção de um muro de concreto armado destinado a contenção de novas inundações no bairro Mathias Velho, Harmonia e Rio Branco, em Canoas (RS).
2. Especificações do Muro
Comprimento: 12 km (doze quilômetros);
Altura: 10 metros (dez metros);
Largura: 3 metros (três metros);
Volume de concreto (muro): 360.000 m³
Volume de concreto: (alicerce): 72.000 m³
Volume total estimado: 432.000 m³
3. Custos Estimados
Custo médio por m³ (incluindo concreto, ferragem, formas e mão de obra especializada): R$ 1.300,00 (hum mil e trezentos reais);
Custo total da estrutura: R$ 561.600.000,00 (quinhentos e sessenta e um milhões de reais);
Adicional para despesas complementares (25%): R$ 140.400.000,00 (cento e quarenta milhões e quatrocentos mil reais).
Custo final estimado em aproximadamente: R$ 702.000.000,00 (setecentos e dois milhões de reais).
4. Observações Técnicas
O solo local pode impactar o custo final (necessidade de fundações profundas ou especiais). É essencial realizar estudos geotécnicos prévios e sondagens. Será necessário obter licenças ambientais e autorizações municipais e estaduais. Considerar sistemas de drenagem e acessos para manutenção pós-obra.
5. Conclusão
O valor estimado para a construção do muro para contenção de novas enchentes é aproximadamente de R$ 700.000.000,00 a R$ 750 milhões de reais, considerando um padrão executivo de alta resistência e durabilidade.
Proponente: Aroldo Medina
OBS. Texto produzido com ajuda do Chat GPT, em 26/04/2025, 17 horas. Ilustrações produzidas com auxílio da IA Gemini Google, em 29/04/2025, 12:00 horas.
LEILÃO DE MEDALHA DE OURO
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