sábado, 31 de março de 2012

Aniversário: 48 anos de vida.


Eu, com um ano de idade, em 1965, bem feliz da vida, como toda criança nessa idade.

Entre as histórias interessantes da minha infância, lembro da minha mãe contando que fui "escoltado" para o hospital de Santana do Livramento (RS), horas antes do meu nascimento.

Era madrugada de 31 de março de 1964, fronteira de Livramento (Brasil) com Rivera (Uruguai). Minha mãe sentiu que eu estava chegando. Meu pai estava na estrada, viajando de São Gabriel para Livramento. Papai encontrou uma barreira do Exército, no meio do caminho. Não passou porque tinha um jipe. O jipe foi classificado como "carro de combate" e meu pai teve que voltar para São Gabriel, a fim de arrumar outra "condução".

Enquanto isso, em Livramento, minha vó materna, Natália, pedia socorro nos vizinhos e não obtendo ajuda, pois, estavam todos trancados dentro de casa, com medo da revolução, passou a correr pela avenida Centenário, tentando arrumar um carro para levarem minha mãe até o hospital.

Lá pelas tantas, avistou um brigadiano, como são conhecidos os policiais militares gaúchos. "Voou" até ele e pediu sua ajuda. Prontamente o policial atacou um "auto de praça" que ia passando e determinou ao motorista que aguardasse, pois, iria levar uma moça grávida até o hospital. Minha mãe estava com 28 anos, na ocasião.

Algumas horas depois, o parto foi normal. O doutor Adolfo Del Rio, minutos antes da minha mãe dar à luz, disse para ela: "Calma! Daqui há pouco, "nós três" vamos tomar o chá das quatro, juntos". Pontualmente, sai da barriga da minha mãe, às 16 horas da tarde. Só não me lembro de ter tomado esse chá.

A primeira visita que recebi no hospital foi do meu pai, acompanhado do seu supervisor de vendas, da empresa Gessy Lever.


Depois de completar um ano de idade, saímos de Livramento e fomos morar em Pelotas (RS), onde comemorei com grande festa, meus 2 anos de idade. Todos meus amigos compareceram. As fotos guardam as lembranças desta época.

Meu primeiro grande presente nesta vida, recebi de Deus, ao lado de toda sua Corte Celestial. Pais muito presentes que sempre me deram muita atenção, amor e carinho, educação e estudo.

Compartilho com todos meus amigos e visitantes desse espaço no mundo virtual, os melhores sentimentos e boas energias espirituais, ao lado do meu sincero agradecimento a todos, pelos votos de felicitações, saúde e paz que já tive a graça de receber hoje. Deus abençoe a todos meus familiares, amigos e amigas que me saúdam nesta data querida.

Um grande abraço e beijo a todos,

Aroldo.


Meus pais (Ivo e Nilva), ao lado dos pais da minha mãe (Carlos Augusto e Natália), em 25 de março de 1963, na festa, após o casamento realizado na Igreja Nossa Senhora de Loudes, bairro Azenha, em Porto Alegre (RS).


Cartão recebido hoje, enviado pela aluna Juliana de Oliveira, em nome dos alunos que compõe o Esquadrão de Cavalaria do Colégio Militar de Porto Alegre. Eu e minha filha Natália que é fã de cavalos, adoramos o cartão personalizado.

Muito obrigado a você, Juliana e a todos teus colegas. Sucesso nos estudos e no grêmio de cavalaria.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Casa de Dom Inácio: respect for doctors.


Three consecutive days visited the Casa de Dom Inácio de Loyola 21, 22 and 23 March this year. It was my first time in Abadiania (GO). In these three days, I witnessed the work beginning with prayers to God.


Among the workers spoke prayers, guiding visitors to the Casa de Dom Inacio, about the intentions of each prayer. Among them was always the unfailing reminder about the importance of the medical world. Volunteers of John of God vehemently demanded that we all pray for the doctors present, past and future, embodied and those who had already left for another dimension of life.

Stressed, the workers that no medical treatment should be interrupted or abandoned, without the express direction of the physician from each of the people there. They said that even if the person feeling healed, your doctor should look after him and only confirm the cure, he was the best person to then determine the suspension of any treatment.

The prayer went on with great respect and recognition to the important work of all doctors in the world.

Aroldo Medina.

Editor's note: translation from Portuguese into English through the mechanism of automatic translation from Google.

Casa de Dom Inácio: respeito aos médicos.


Três dias consecutivos frequentei a Casa de Dom Inácio de Loyola 21, 22 e 23 de março do corrente ano. Foi minha primeira vez em Abadiânia (GO). Nestes três dias, presenciei os trabalhos começando com orações à Deus.

Entre as orações os obreiros falavam, orientando os visitantes da Casa de Dom Inácio, sobre as intenções de cada oração. Entre elas, estava sempre, a indefectível lembrança sobre a importância da classe médica mundial. Os voluntários de João de Deus pediam com veemência que todos nós orássemos pelos médicos do presente, do passado e do futuro, os encarnados e aqueles que já haviam partido para outra dimensão de vida.


Sublinhavam, os obreiros que nenhum tratamento médico deveria ser interrompido ou abandonado, sem a orientação expressa do médico de cada uma das pessoas ali presentes. Diziam que a pessoa mesmo se sentindo curada, deveria procurar seu médico e somente após ele confirmar a cura, ele era a pessoa mais indicada para então determinar a suspensão de qualquer tratamento.

A oração prosseguia com muito respeito e reconhecimento ao importante trabalho de todos os médicos do mundo.

Aroldo Medina.

The work in the Casa de Dom Inácio de Loyola.


The attendance at the Casa de Dom Inácio de Loyola, headquarters of the medium John of God, in Abadiania (GO) starts at eight o'clock in the morning, according to the schedule previously announced site of the house.

Workers welcome site visitors who occupy seats and standing in a great hall, where you see tables arranged on the walls, images of spiritual entities who work in the house where Jesus is highlighted.


In the environment seriously, clean and well organized, the colors blue and white predominate, creating an atmosphere of peace. Visitors are asked to wear white, preferably during their stay at Casa de Dom Inácio de Loyola.

The greeting is done in English, German and Portuguese, as is the large number of citizens of countries in Eupora, North America and Oceania, alongside Brazilians.


Employees volunteer team of the medium John of God lectured the visitors about the spiritist doctrine, as they are organized queues, in the morning (from 08:00 to 12:00 hours) and afternoon (14:00 to 17 30 hours).

All are served by free medium John of God.

The entity incorporated by the medium determines the workers, the order of rows. They are usually treated those who come to the place first, "the first time a row."

Other queues are organized. They are called "waiting times for surgery," for persons to be operated spiritually by the Entity, "the review queue for surgery," for people who have been operated by the Authority; "row 2nd time," directed people who are there the second time. The second time in the queue also enter those seeking a medium for the third time and so on. It also has a "queue of eight hours" in the morning and "line for 14 hours" in the afternoon, organized from the second day of attendance by the medium. Finally, the third day is organized to "queue bye bye" to people who wish to leave the medium John of God. Altogether there are seven distinct lines within three days of attendance.

Aroldo Medina

Note: translation from Portuguese into English via google translate.

O trabalho na Casa de Dom Inácio de Loyola.


O atendimento na Casa de Dom Inácio de Loyola, quartel general do médium João de Deus, em Abadiânia (GO) começa às oito horas da manhã, de acordo com agenda previamente anunciada no site da Casa.


Os obreiros recepcionam os visitantes que ocupam lugares sentados e de pé num grande salão, onde se vê quadros dispostos nas paredes, de imagens das entidades espirituais que trabalham na casa, onde Jesus é destaque.

No ambiente sério, limpo e bem organizado, as cores azul e branco, predominam, criando uma atmosfera de paz. Os visitantes são orientados a usar roupas brancas, preferencialmente, durante a permanência na Casa de Dom Inácio de Loyola.

A saudação é feita em inglês, alemão e português, pois, é grande o número de cidadãos de países da Eupora, América do Norte e Oceania, ao lado de brasileiros.


Os colaboradores voluntários da equipe do médium João de Deus palestram aos visitantes sobre a doutrina espírita, enquanto são organizadas filas de atendimento, no período da manhã (das 08:00 às 12:00 horas) e da tarde (das 14:00 às 17:30 horas).

Todos são atendidos gratuitamente pelo médium João de Deus.

A Entidade incorporada pelo médium determina aos obreiros, a ordem das filas. Normalmente, são atendidos aqueles que vêm ao lugar pela primeira vez; "fila da 1ª vez".

Outras filas são organizadas. Recebem a denominação de: “fila de cirurgia”, destinada às pessoas que serão operadas espiritualmente pela Entidade; “fila de revisão de cirurgia”, para pessoas que já foram operadas pela Entidade; “fila da 2ª vez”, dirigida as pessoas que estão ali pela segunda vez. Na fila da segunda vez também entram as pessoas que procuram o médium pela terceira vez e assim sucessivamente. Tem também a “fila das oito horas” da manhã e “fila das 14 horas” da tarde, organizadas a partir do segundo dia de atendimento pelo médium. Finalmente, no terceiro dia é organizada a “fila do bye bye”, para as pessoas que desejam se despedir do médium João de Deus. Ao todo são sete filas distintas, nos três dias de atendimento.

Aroldo Medina

Primeiro dia em Abadiânia.


Fiquei hospedado na pousada Nosso Lar, um lugar simples, ajardinado, bem limpo, organizado e silencioso. O café da manhã é incluído na diária de R$ 60,00 (sessenta reais).

Na Nosso Lar conheci a Jéssica Moura, 21 anos, recepcionista da pousada, técnica em gestão ambiental, muito educada, atenciosa e inteligente. Carioca, criou-se em São Paulo. Atualmente é moradora de Abadiânia. O pai é oficial da Marinha. Conversamos muito sobre Abadiânia. Observadora, deu-me muitas idéias para melhorar a infraestrutura da cidade.


Também conheci na pousada Nosso Lar, um dos seus administradores, o engenheiro civil Paulo Padilha, de 72 anos de idade. Seu Paulo é aposentado pelo Estado do Mato Grosso, onde construía estradas. Nas horas vagas é químico. Todos os produtos de limpeza da pousada são fabricados por ele.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Passageira carismática.


O vôo da Webjet 6716 no qual embarquei em Porto Alegre, às 14:55 horas, do dia 20 de março, fez uma escala no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Lá trocamos de avião e rumamos para Brasília.

No vôo, do meu lado direito, observei uma senhora de uns 70 anos, vestida de maneira que chamava atenção, por sua indumentária identificada com Jesus Cristo. Ela, de vez em quando, abria uma bíblia e murmurava erguendo o seu braço direito, em louvação à Deus.

Quase chegando em Brasília, pediu atenção de um dos comissários de bordo. Solicitou ao moço que escrevesse num papel, qual a altitude que voávamos. Ele, gentilmente, disse que iria saber a altura e lhe trazer a informação por escrito, cumprindo com o prometido.

O vôo chegou ao seu destino de maneira tranquila, às 19 horas. Levantei da poltrona e sai do avião junto com outros passageiros apressados, pois, tinha pouco mais de uma hora para estar no novo terminal rodoviário de Brasília. O último ônibus para Abadiânia partia às 21 horas.

Saí do aeroporto Juscelino Kubichek pensando naquela humilde senhora que vestia sobre a roupa, um "colete de cartolinas", com dizeres bíblicos. O destino iria me reservar novo encontro com ela.

Aroldo Medina

LEILÃO DE MEDALHA DE OURO

CMPA: 100 anos de história valem ouro. Somos um país rico. Porém, nossa riqueza é roubada todos os dias, por políticos muito corruptos, band...