sábado, 29 de outubro de 2016

Nelson Marchezan ou Sebastião Melo?

A RBS TV promoveu ontem, à noite, o último debate entre os candidatos à prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan (PSDB) e Sebastião Melo (PMDB). O tom da conversa entre os postulantes ao paço municipal foi bem áspero. Melo foi para o ataque, desde o início. Marchezan se defendeu.

Na véspera da eleição de 2º turno, a grande maioria dos eleitores já decidiu o que vai fazer e, o debate pouco vai interferir no resultado que deve dar a vitória a Marchezan, com uma margem acima do percentual que as pesquisas de última hora lhe atribuem. O eleitor esta descontente com a política, mas repudia ainda mais a candidatura que passa o tempo todo desqualificando o adversário, tirando o foco das propostas.

O candidato do PSDB, Nelson Marchezan Júnior, é jovem, determinado e reúne boas qualidades para dar uma boa sacudida na administração da cidade que patina na falta de segurança pública, remancha em demandas de saúde, claudica na educação que pode melhorar ainda muito mais e, anda a passo de lesma em obras públicas que se arrastam por anos. Marchezan fará bem a cidade.

Aroldo Medina

Deputado Nelson Marchezan (+44%) e vice-prefeito Sebastião Melo (+36%)

Última pesquisa Ibope/RBS:

Marchezan 56% ; Melo 44% = votos válidos.



quarta-feira, 12 de outubro de 2016

PV apoia Marchezan em Porto Alegre.

Compareci, hoje de manhã, no Comitê do deputado Nelson Marchezan, na avenida Ipiranga, em Porto Alegre, junto com Marcio SouzaAlvaro Troviscal e outras lideranças e militantes do Partido Verde.
Analisando a proposta dos candidatos a prefeito de Porto Alegre, resolvi votar no Marchezan, por acreditar que esta, de fato, preparado e imbuído para melhorar os indicadores que avaliam a qualidade de vida dos porto-alegrenses.
Confesso que cheguei mesmo a pensar em anular o voto ou mesmo votar em branco no primeiro turno, o que nunca fiz na minha vida de eleitor, mesmo descontente com a classe política. Mas, depois de muito pensar, concluí que essa atitude não resolve, absolutamente, nada mesmo. Então, meu voto foi para o Marchezan no primeiro turno e, vai agora de novo, no segundo.
A propósito, hoje ouvi umas propagandas do Melo, no rádio e, vi uma na TV, com um repórter conhecido (Isso é legal?), baixando o nível, atacando descaradamente o adversário, com argumentos pífios. Só posso chegar a uma conclusão: puro desespero. O que reforça minha opção e, me leva a este posicionamento público. Esta na hora de mudar, pelo bem de Porto Alegre.

Fraterno abraço a todos.

Aroldo Medina - 30 anos de BM, 28 trabalhados em Porto Alegre.


Fotos: Alfonso Abraham.




quarta-feira, 5 de outubro de 2016

La Urna - Grupo RBS - Jornal Zero Hora

La Urna, é um programa de entrevistas ligado a editoria política do jornal Zero Hora, focado em mostrar aos seus telespectadores, com bom humor, sacadas inteligentes e edição muito criativa, as contradições do discurso de personalidades públicas, principalmente, de políticos.

A equipe de jornalistas é formada por Paulo Germano, Arthur Gubert, Débora Cademartori e Luciano Potter que compõe um time descontraído e muito sagaz, com tiradas que põe os candidatos em saia justa, na hora de responder as perguntas.

Suas entrevistas, além de nos proporcionar boas risadas, nos fazem enxergar além do fotoshop aplicado na imagem das candidaturas, pelo próprio candidato e suas assessorias.

Entre tantas entrevistas já produzidas pelo La Urna, destaco as recentes gravações com os candidatos a prefeito de Porto Alegre, nas eleições de 2016:

FÁBIO OSTERMANN

JOÃO RODRIGUES

JÚLIO FLORES

LUCIANA GENRO

MARCELO CHIODO

MAURÍCIO DZIEDRICKI

NELSON MARCHEZAN

RAUL PONT

SEBASTIÃO MELO


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Eleições 2016: o voto em branco e nulo.

Isto É publica interessante explicação sobre o voto em branco e nulo, numa eleição. Em síntese: o voto em branco ou nulo, não vale nada.

A reportagem fala também sobre uma nova regra que estabelece que qualquer candidato para ser eleito, a partir de agora, precisa fazer, no mínimo, 10% dos votos do quociente eleitoral.

A reportagem pode ser lida em: Isto É - Eleição 2016.

Aroldo Medina

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Justiça em cheque.

Dia 23 de abril de 2016, dois bandidos me atacaram numa sinaleira, tentando roubar meu carro. Fora do automóvel, reagi atirando contra eles. Fugiram a pé. Fui atrás. Prendi um. Ontem foi a primeira audiência, cancelada porque a SUSEPE não pode levar o preso até o Foro da Justiça. Por esta razão, participei da reportagem veiculada na TV, pelo RBS Notícias, nesta quarta-feira, dia 31 de agosto de 2016, 19:15 horas e, resolvi gravar este VÍDEO.

Aroldo Medina

Referência: Audiências deixam de ser realizadas no RS por falta de agentes penitenciários.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Força Nacional em Porto Alegre.

Sexta-feira, 26/08/16 foi noticiado aqui no RS que seriam 200 (duzentos) PMs da FN. Chegaram 120 (cento e vinte). É um contingente bastante pequeno para o tamanho da demanda por segurança pública em nosso Estado. Naturalmente, são bem vindos!

O governo do Estado tem grande responsabilidade no agravamento da crise em nossa segurança publica, pois,  em pouco mais de um ano e meio "tocou o horror" no meio da polícia gaúcha, ameaçando direitos e parcelando os salários de policiais civis e militares.

Resultado: 3.000 PMs (sim, três mil) pediram sua aposentadoria, por falta de "jogo de cintura" do Governo Estadual. E quem paga a conta é a população infernizada por bandidos que saltam sobre nós, em toda hora e lugar, nos matando como ovelhas.

Aroldo Medina

Leia a notícia em: G1.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Um balanço da segurança pública no Estado do RS.

Últimas 24 horas no RS: O secretário de segurança pública do Estado do RS, Wantuir Jacini, delegado de polícia, pediu para sair. O Governo do Estado encarregou o pecuarista José Paulo Cairoli, vice-governador, de constituir um gabinete de gestão da crise na segurança. O governador José Sartori viajou para Brasília a fim de pedir socorro para a Força Nacional. A imprensa noticia que o Governo Federal autorizou a vinda de 200 PMs da FN para o RS.
Delegado Wantuir Jacini

Os 200 homens da Força Nacional constituída por policiais militares, inclusive da própria BM, devem atuar em Porto Alegre. O Governo do Estado defende o emprego desses homens, na guarda externa de presídios gaúchos, hoje guarnecidos pela Brigada Militar. A FN tem cultura organizacional para atuar em presídios amotinados. Não tenho conhecimento que tenham atuado nos moldes que a BM trabalha hoje na administração e guarda dos presídios gaúchos, há mais de 20 anos.

A Força Nacional chegará no RS, nas próximas horas, com pompas e honra. Fora da badalação, se não cuidarmos, ficarão mal alojados em qualquer lugar, sem camas e banheiros dignos. Não tardará para ficarem em cheque, frente ao primeiro latrocínio tão bárbaro quanto aos que temos assistido nos últimos dias, depois da sua chegada.


Enquanto fazemos a festa aos heróis da FN (são heróis mesmo), esquecemos dos nossos heróis da BM, da PC, do IGP, da SUSEPE e tantos outros que continuarão aqui depois da partida da FN, enfrentando a bandidagem, em condições de trabalho precárias e recebendo o salário parcelado.

Eufóricos com a ficção, esquecemos que 3.000 brigadianos se aposentaram em 2015/2016. Sim, TRÊS MIL PMs foram para a reserva, em pouco mais de um ano e meio, com o ingresso de apenas um punhado de novos policiais, numa corporação que dispõe de 21.000 (vinte e uma mil) vagas.

E, causa-me indignação intelectual só de pensar que não faltam sujeitos que se atrevem a culpar a aposentadoria dos policiais pela falta de segurança pública. Esquecem, os incautos, que em 30 anos de serviço defendendo a Sociedade hoje refém dos bandidos, sacrificamos a saúde, quando não somos despachados para o cemitério, durante o serviço. Nos aposentamos doentes, sequelados com graves problemas cardíacos, circulatórios, psiquiátricos, diabetes, hipertensão, etc. A lista é longa.

Mas voltando ao foco, enquanto badalamos a chegada de 200 guerreiros, bem vindos, se o governo estadual não tivesse pisado na bola, acelerando a saída de muitos policiais gaúchos, com ideias mirabolantes de retirada de incentivo a permanência de policiais com mais de 30 anos de serviço, revisão de direitos e de um salário parcelado que só perde para dois Estados brasileiros que pagam pior a sua polícia, muitos desses três mil brigadianos ainda estariam trabalhando.


A Sociedade Gaúcha não merece o que esta acontecendo. E, o que é pior, vamos continuar assistindo os bandidos nos atacarem, matarem inocentes a sangue frio e, até esquartejarem, durante a permanência temporária da FN em solo gaúcho e, depois que tiverem partido.

Por fim, alguém pode perguntar então: qual a solução? Política de Estado de Segurança Pública. Não política de governo. Isso vale para educação e saúde. PREVENÇÃO. Os bandidos só vão respeitar a sociedade com polícia na rua. Polícia na rua. Polícia ostensiva e polícia judiciária, com corregedorias fortes, sem esquecer de valorização e ampliação da polícia técnica, do IGP-RS (Instituto Geral de Perícias) que sonha com um laboratório tipo CSI há mais de 30 anos. Também é preciso muitos mais agentes penitenciários. Isso é só o começo da solução, no médio e longo prazos. Só o começo.
Brigada Militar: Força e Honra!

Não existe solução no curto prazo. Quem diz que há, está nos iludindo. "- É conversa para boi dormir", como diria o Guri de Uruguaiana.

Aroldo Medina
30 anos de serviço policial militar.


Nota editorial, adicionada em 29/08/2016, 08:40 horas: quando fiz a postagem originalmente, sexta-feira, próxima passada, era noticiada a vinda de 200 policiais militares da Força Nacional. Baixaram para 150 e, chegaram ontem no RS, 120 PMs da FN. O efetivo, temporário, ratifico, é insuficiente para atender a enorme demanda por segurança pública no Estado do RS. (A.M.)

LEILÃO DE MEDALHA DE OURO

CMPA: 100 anos de história valem ouro. Somos um país rico. Porém, nossa riqueza é roubada todos os dias, por políticos muito corruptos, band...