terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Sofá Direto da Fábrica.

Foto disponível no site da empresa, modelo POA002 que escolhi no ato da compra.
Fiz a compra de um conjunto de estofados em Sofá Direto da Fábrica via Internet, dia 28 de novembro de 2015, depois de pesquisar muito. Pesou na hora de fazer a escolha, afinidade com o produto (designe do móvel), análise da qualidade da mercadoria, preço, condições de pagamento e cuidado no transporte do mobiliário.

Hoje recebi a encomenda, cuidadosamente transportada pela Vip Transportes. No quesito transportadora, a empresa Sofá Direto da Fábrica contratou uma empresa realmente cuidadosa com as mercadorias que transporta. Digno de destaque também é a mercadoria muito bem embalada e identificada com adesivos de cuidado no manuseio de um produto frágil.

Eu daria nota 10 para a empresa Sofá Direto de Fábrica, nome comercial da empresa Conte Comércio e Industria de Móveis Ltda EPP, CNPJ 79.434.601/0001-62, situada na avenida Chaker Abrahim, 440, Parque Industrial II, município de Mandaguari, Estado do Paraná, CEP 86975-000, se não tivessem me enviado um modelo de móvel diferente do que encomendei baseado na foto que ilustra esta postagem e que copiei do site da empresa.

Uma loja de móveis que oferece os seus produtos pela Internet, naturalmente publica um catálogo com as fotos dos conjuntos dos estofados a venda, para que os clientes escolham o móvel que mais lhe agrada, nesta vitrine virtual. Assim foi o meu caso e, o que se espera é que a empresa mande o conjunto escolhido pelo cliente, rigorosamente de acordo com o modelo escolhido no site.

Vou fazer contato com a empresa Sofá Direto da Fábrica e solicitar o cancelamento da compra e, a devolução do dinheiro. Acredito que se tratando de uma empresa idônea e responsável, sem histórico de propaganda enganosa que seja do meu conhecimento, não deve haver problemas.

Aroldo Medina

Nota: esta foto (a direita) é do modelo recebido. O couro sintético é opaco/fosco e o marrom mais escuro, com designe, cor e brilho bem diferentes do modelo anunciado (marrom mais claro, couro com brilho e estofado com três assentos e encostos almofadados bem definidos).





sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016.

FELIZ ANO NOVO! A todos. Saúde e paz, harmonia e prosperidade, com a benção de Deus e do mestre Jesus.
2016 não será fácil. Os serviços de inteligência projetam um ano de sérios conflitos sociais, causados por agentes políticos conhecidos. No campo econômico os desafios não serão menores do que foram em 2015.
Acompanho a Veja, na escolha da personalidade nacional do Ano de 2015. O juiz Sérgio Moro deve nos inspirar a Esperança que deve orientar nosso coração, na busca de um Brasil mais digno e honesto, principalmente num ano de eleições municipais, onde sempre podemos depurar nossos representantes.
Minha mãe, Nilva de Wallau Medina, 80 anos, é minha personalidade do ano, em particular, cuja felicidade de tê-la ao meu lado, costumo compartilhar com todos. No finalzinho do ano, dia 30 de dezembro, ela fez uma cirurgia de catarata, com o doutor Ronal Perino, excelente e atencioso profissional da Clínica Panamericana de Olhos. Médico nota 10! A mãe se recupera bem, em casa.
Um fraterno e forte abraço em todos, com esperança no coração, desejando que Deus ilumine nosso caminho, em 2016.

Aroldo Medina.

Em 2015, pedi minha reserva na BM, após 30 anos de serviço, com a certeza do bem realizado e o dever cumprido. Tenho orgulho da carreira que abracei, por vocação e, com grande influência da minha amada e querida mãe.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Guardas Municipais e polícia.

O jornal Zero Hora publica neste domingo, entrevista do secretário de segurança do RS, Wantuir Jacini que defende posição de que as "Guardas Municipais precisam agir como polícias".

A reportagem pode ser lida em: entrevista do secretário.

A falta de segurança pública nas cidades brasileiras não será resolvida pelas Guardas Municipais. Basta lembrar que as Guardas Municipais existem em apenas alguns municípios. No RS onde há 497 municípios, somente 26 cidades possuíam GM, em 2012. Esse dado estatístico não se alterou muito em 3 anos. O orçamento municipal que patina em áreas básicas como saúde e educação, na grande maioria das cidades do Brasil, sem uma grande reforma tributária que não ocorrerá tão cedo, não comporta o ônus da criação de Guardas Municipais.

Mesmo que tenha sido criado um Estatuto para as Guardas Municipais através da lei federal nº 13.022, em 08 de agosto de 2014, sob análise do STF, na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5156 que admite o porte de arma e o "agir como polícia", não faz parte da cultura organizacional das atuais Guardas Municipais, este agir como polícia. Uma simples legislação não modifica o agir e o pensar de uma organização, de uma hora para a outra. Creio que uma pesquisa imparcial entre os próprios guardas municipais, indagando-os sobre esta pauta, traria um ponto de vista que não pode ser ignorado na análise deste problema.

Outro fator digno de nota é a formação do guarda municipal e do policial civil e militar, começando pela carga horária, currículo e treinamento. Vamos ficar bem assombrados com a discrepância de horas que um aspirante a policial frequenta nos bancos das academias e escolas de formação de policiais civis e militares quando compararmos com a formação de guardas municipais. E, imaginar que vamos dar um cursinho de capacitação para o guarda municipal sair de uma condição predominante de zeladoria para agir como policial é simplificar demais um assunto por natureza, complexo.

A solução dos problemas de insegurança pública no Brasil começam pela valorização do trabalho das atuais Polícias Civis e Militares brasileiras, junto com Institutos de Perícia e Serviços Penitenciários. Os Estados que compõe nossa república têm em suas mãos, homens e mulheres concursados para agir como polícia civil e militar qualificados para dar uma excelente resposta a sociedade, no combate a criminalidade. Basta que os governos valorizem seus quadros técnicos, investindo em salários dignos e equipamentos adequados, sem partidarização das instituições rendidas por uma classe política que domina alguns com privilégios, em detrimento da maioria de policiais que vivem marginalizados, com estigmas conhecidos. Os desvios de conduta devem ser combatidos com corregedorias fortes e independentes.

Não vejo campanhas para substituir a Polícia Federal Brasileira, nem tão pouco o Ministério Público de nosso país que alcançam grande notoriedade nacional pelo profissionalismo e independência com que agem no combate a criminalidade. Aliás, ambas instituições, com orçamento garantido, ao lado do Poder Judiciário, muito bem representado pelo juiz Sérgio Moro, se constituem com a eficiência e credibilidade do seu trabalho, em motivo de orgulho e esperança do povo brasileiro, por uma bonança, depois da tempestade que ora nos atormenta.

Aroldo Medina

Nota: foto que ilustra a postagem de Julio Cordeiro, Agência RBS, extraída da reportagem original.



sábado, 12 de dezembro de 2015

(In) Segurança na cozinha. Fogões.


Comprei um fogão 4 bocas Eletrolux Chef Super, no Magazine Luiza, semana passada, através da Internet. Compra segura, entrega super rápida, com recebimento da mercadoria intacta. 

Ao instalar o fogão, por acaso, descobri que as panelas não tem boa estabilidade sobre o gradil do fogão, diferentemente das panelas sobre o gradil do meu antigo fogão Brastemp Clean que oferece excelente estabilidade dos utensílios de cozimento sobre ele.

Surpreso com a descoberta inesperada, depois de constatar que as panelas dançam em cima do gradil do Eletrolux Chef Super, gravei um vídeo sobre a matéria, comparando o fogão novo, com o mais antigo. (Filmagem: Natália Medina, minha filha, 19 anos, ótima câmera girl).

Se tivesse que responder hoje, qual o melhor fogão? Brastemp Clean ou Eletrolux Chef Super, analisando o quesito segurança das panelas em cima do fogão, o Brastemp Clean oferece muito mais firmeza e estabilidade, em função do seu gradil melhor projetado.

Vou solicitar ao Magazine Luiza a troca do fogão adquirido.

Aroldo Medina




terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Visita ao Comandante da Brigada.

Visitei o Comandante Geral da BM, coronel Alfeu Freitas Moreira, nesta tarde. Uma visita de cortesia. O coronel Freitas, como de praxe, um anfitrião, cujo cavalheirismo combinado com o seu conhecimento profissional, o credencia como um dos melhores Comandantes da Corporação, nos últimos 30 anos.

Tenho convicção de que o Comandante faz o que pode, com o que tem. Na crise que vivemos, não existe milagre. Não vejo oficial mais qualificado, nestes tempos, do que ele, para conduzir a BM.

Aroldo Medina

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Nilva de Wallau Medina. 80 anos.


Nilva de Wallau Medina: oito décadas de vida. Acordei minha mãe hoje de manhã cedo, cantando parabéns. Ela abriu os olhos e, sorriu.
Dia destes, como de costume, entrei no quarto dela, informando meu roteiro de atividades programadas. Olhando-me, atentamente, observou que minha camisa estava amassada. "- Aroldo! Vai lá buscar o ferro que eu vou passar esta tua camisa". Minha mãe não consegue ficar de pé e caminhar há dois anos, em função de sua DPOC (Distúrbio Obstrutivo Pulmonar Crônico).
"- Mãe. Eu vou lá passar a camisa e venho te mostrar como ficou". "- Tira ela e trás o ferro que eu passo aqui na cama mesmo". Respondeu. "- Esta bem". Saí do quarto, localizei o ferro, peguei uma toalha de banho seca, dobrei-a como "mesa de passar" e vendo que o "passador" já estava quente, depositei-o sobre a camisa branca. Não demorou dois segundos para ver o "estrago". O ferro estava empoeirado e a camisa estava agora com uma bela mancha de sujeira.
Volto ao quarto da mãe. Perfilo-me e presto continência. Ela me olha. Analisa. Naturalmente vê que troquei de camisa e pergunta o que houve? Explico meu feito, ela balança a cabeça, lamentando o ocorrido e conclui: "- Preciso conseguir levantar dessa cama, logo".
Quase todas as tardes, tiro minha mãe da cama. Pego ela no colo e a acomodo em sua cadeira de rodas. Faço o chimarrão e proseamos sobre a Brigada Militar, política, história, não faltando assuntos domésticos. Quando levo ela de volta para o quarto, quase sempre protesta dizendo que estou fazendo força demais, pegando-a em meus braços. Não digo nada, apenas me lembro quantas vezes ela me carregou nos seus, quando eu era criança.
Que Deus esteja entre todos nós, nos abençoando com muita saúde e paz, harmonia e prosperidade. E, neste dia tão especial, agradeço ao grande mestre Jesus pela mãe que me concedeu, certamente, a melhor entre todas as mães, como cada filho deve considerar a sua, não deixando de presenteá-la com muitos beijos e carinho, todos os dias da sua vida.
Aroldo Medina

Meu pai e minha mãe.
Porto Alegre, Grêmio Náutico União, 1958.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Como agir em uma abordagem policial.

ABORDAGEM POLICIAL. O assunto que vou tratar é polêmico mas necessário. Um amigo, professor universitário, me ligou hoje a tarde, para relatar um incidente com a Brigada Militar que represento ao lado de centenas de próceres brigadianos da ativa e da reserva, cujo profissionalismo é exemplar.
Uma manobra no trânsito, próxima de uma viatura da BM, em deslocamento, ensejou a abordagem. De arma em punho, o PM determinou o desembarque do motorista abordado, procedeu a busca pessoal e revistou o carro. Nada encontrando, liberou o motorista, com uma advertência verbal sobre a manobra que ensejou a abordagem.
Relatando assim, sucintamente e, com objetividade, parece tudo certo. Porém, o problema surge quando a narrativa é complementada pela intempestividade verbal e corporal do policial armado.
Sempre oriento minha filha, amigos e amigas deste importantíssimo espaço virtual e, na vida real, a se portarem da seguinte maneira numa abordagem policial:
1) Atenda sempre todas as ordens verbais do policial que faz a abordagem. Ele pode estar sozinho ou acompanhado de outros policiais;
2) Não faça questionamentos ao policial ou qualquer movimento brusco, durante a abordagem e, principalmente, durante a busca pessoal e a revista do veículo. Busca pessoal é quando o policial revista a pessoa;
3) Ao parar numa barreira policial, desligue o motor e, a noite, acenda a luz interna, junto ao para sol do veículo;
4) Durante a abordagem responda com calma e clareza, a todas as perguntas do policial, mesmo aquelas que pareçam estranhas;
5) Terminada a abordagem, se houver necessidade, você pode perguntar o que motivou a abordagem. Se o policial não responder, não discuta com ele;
6) Caso considere a abordagem abusiva, não adianta discutir com o policial naquele momento. Se houver discussão, a situação tende a piorar. Sua melhor resposta é o silêncio e a educação, neste momento da abordagem.
7) Em caso de abordagem abusiva, tente ver o nome do policial. O nome deve estar bem visível na farda, como determina nosso regulamento disciplinar. Se não esta a vista é motivo de preocupação. O nome não estando visível, não pergunte-o ao policial. Preste atenção nas suas características físicas e observe bem sua viatura, procurando memorizar seu prefixo ou placa, marca e modelo de veículo, local e hora da abordagem. Com estes dados é possível identificar a guarnição. Procure então a Corregedoria da BM, cuja central fica na Rua dos Andradas, nº 522, no centro de Porto Alegre (RS);
8) Caso considere grave, algo que tenha acontecido durante a abordagem, procure uma Delegacia de Polícia e faça um registro sucinto e objetivo do que aconteceu.
O lado do policial que aborda. A arma em punho é recomendada sempre que haja uma fundada suspeita do policial, relacionada a pessoa abordada. Ela visa neutralizar uma possível reação agressiva do abordado, contra a integridade física do policial.
Embora sejamos formados e treinados para termos controle emocional absoluto, no exercício da profissão, isso se chama disciplina, associada a boa educação, com imparcialidade e razoabilidade, o policial seja civil ou militar no Brasil, tem exercido seu ofício em condições bem adversas.
No RS temos policiais sobrecarregados. Não há uma política de Estado para inclusões permanentes que deveriam ser anuais. Depois de 30 anos de serviço, os policiais, merecidamente, se aposentam e, não são culpados da crise financeira no Estado. Os que ficam na ativa trabalham por dois ou três, como esta ocorrendo atualmente. Disso decorre grande sobrecarga emocional. Ao lembrar isso, de maneira nenhuma quero justificar qualquer abordagem onde o policial meta os pés, pelas mãos.

Aroldo Medina
Tenente-Coronel RR da BM
30 anos de serviço policial militar

LEILÃO DE MEDALHA DE OURO

CMPA: 100 anos de história valem ouro. Somos um país rico. Porém, nossa riqueza é roubada todos os dias, por políticos muito corruptos, band...