sábado, 3 de janeiro de 2026

O fim da ditadura de Nicolás Maduro

Por Aroldo Medina

Às 03:45 horas de hoje, horário de Brasília (DF), a Força Delta do Exército dos Estados Unidos da América capturou e prendeu Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, em Caracas, na Venezuela.  Em menos de um minuto os soldados americanos entraram no Palácio Presidencial do ditador e o prenderam, numa ação militar cinematográfica, de profissionalismo exemplar.

A Venezuela acordou sem Maduro e sua mulher narcotraficante, autodenominada "1ª Combatente", uma guerrilheira ardilosa e inteligente que atuou ao lado de Hugo Chaves. 

O povo venezuelano estava incrédulo, diante da notícia inesperada. Aos poucos as comemorações iniciaram fora da Venezuela, com os cidadãos nativos que haviam fugido do regime de Maduro.

Não demorou para o país incendiar, de alegria. Milhares de venezuelanos foram as ruas comemorar. Aos pulos e aos gritos, pareciam crianças felizes ao ganharem presentes de aniversário. E, enquanto o povo pulava e chorava de felicidade, lideranças de esquerda acusavam Donald Trump de sequestrador imperialista.

Trump livrou a Venezuela de um ditador nefasto que oprimia e explorava um povo humilde e trabalhador. A Venezuela vai crescer, sem o casal mortífero Flores Maduro. A comida escassa vai voltar a mesa das famílias da Venezuela. E, o Governo dos E.U.A. irá ajudar. O povo venezuelano já demonstrou que está do lado de Trump. E, a grande maioria dos militares do país renascido, já reconheceram, pacificamente, a oportunidade de viverem melhor sob a proteção norte americana.

Cilia Flores, a Ex-1ª Combatente





Nicolas Maduro,
o ditador capturado.











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