quinta-feira, 17 de maio de 2018

Combate ao estelionato no Brasil.

Fui vitima de estelionato. Hoje, conheci, no Foro de Canoas (RS), em audiência, Douglas Pegoraro, o estelionatário que usou o meu nome e CPF para comprar uma adega de vinhos, na Internet. Foi preso pela exemplar Polícia Civil de Santa Catarina. 
Na sala de audiência, o bandido tentou me intimidar encarando-me com olhar criminoso, mexendo com minhas entranhas. Atiçou o leão que vive no coração dos bons policiais, vocacionados para defender, sem medo, a sociedade contra a ação desses e, de outros malignos.
Gravei este VIDEO sobre a audiência na Justiça.
Fraterno abraço a todos. Deus esteja entre nós.

Aroldo Medina

FORÇA E HONRA!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

O reeducando Luiz Inácio

Os defensores de Lula tiram da caixa de pandora todos os males, com ideias mirabolantes, dignas dos desesperados, que procuram em terceiros, a desculpa pelos erros cometidos.
Primeiro, tentaram, até não mais poder, encontrar uma forma para o não cumprimento do mandado de prisão. Não sou eu que digo, os próprios lideres do partido sustentaram a desobediência civil.
Segundo, mesmo recebendo uma regalia inimaginável para nós, simples cidadãos, com 24 horas de prazo para o cumprimento da ordem judicial tentaram, a exaustão, prolongar o acordo feito com a Polícia Federal, a ponto dessa, com sua paciência exaurida, dar um ultimato ao apenado para que se apresentasse em 30 minutos, sob pena de sofrer sérias consequências, entre elas, a expedição de uma ordem de prisão preventiva, o que seria um tiro mortal nas pretensões para sustentar a suposta ilegalidade no cumprimento de pena, em decisões do 2º grau. 
Agora, não mais para a nossa surpresa, o reeducando e sua turma busca uma sala, provavelmente, no Exército Brasileiro, instituição sempre desdenhada e desprestigiada pela companheirada, regalia no cumprimento da pena, sob a alegação de que a cela é muito pequena na Polícia Federal. Era bom irem ver antes, os quartos existentes nos quartéis. Haverão de se surpreender com a simplicidade das acomodações.
Por outro lado, sabemos que o problema não são somente os 15 metros quadrados. Tem a questão do controle das visitas, na carceragem da Polícia Federal. Os lulistas querem entrar e sair a hora que bem entenderem. Já pensaram na “muvuca” que vai ser na frente do quartel premiado? E, ai do oficial de dia que quiser botar ordem na casa. Podemos poupar os militares federais dessa “pegadinha”. Sua missão constitucional é outra, bem definida.
Mas qual o fundamento para tamanha fanfarrice? Talvez porque aqui na terra brasilis tudo cola e alguém já disse “não há o que não haja”, neste país.
O artigo 295 do Código de Processo Penal é claro ao afirmar que serão recolhidos a quartéis ou a prisão especial, à disposição da autoridade competente, quando sujeitos a prisão antes da condenação definitiva (grifo é necessário), as autoridades previstas nos incisos “I” a “XII”.
No citado artigo há a previsão, em um dos incisos que os “diplomados por qualquer das faculdades superiores da República” têm direito a serem recolhidos em “quartéis ou a prisão especial”.
Mas o Lula, como diria meu amado avô, não tem o segundo livro! Ocorre que ele, ao longo de seu mandato, recebeu inúmeros títulos de doutor honoris causa no Brasil e no exterior, diplomas expedidos por instituições de ensino superior que garantiria, para muitos juristas, o direito do reeducando Luiz Inácio, a uma cela especial.
O fato de Luiz Inácio ter sido o Comandante em Chefe das Forças Armadas, em nada lhe garante regalias – sim esse é o termo mais adequado - após a condenação. O cumprimento da pena ocorre junto com os presos comuns. A cela especial é apenas enquanto o processo tramita.
De fato, mesmo investigados que não se enquadrem nas especificações do citado artigo do CPP podem ficar em celas separadas para garantir sua integridade física. Mas convenhamos que requerer o cumprimento da pena em quartel militar, soa como deboche da lei, o que tem sido comum no Brasil.
Mas se o surreal acontecer, só nos resta torcer para que Lula e seus seguidores se contentem com alojamento similar ao do oficial de dia de serviço nos quartéis, pois, só o que nos falta é quererem despejar o Comandante da Unidade, para usar o seu alojamento, o que sinceramente, não seria surpresa.

Aroldo Medina

terça-feira, 27 de março de 2018

O desafio de novas candidaturas.

Cogito a possibilidade de concorrer a deputado estadual, na eleição deste ano. Porém, ao analisar o cenário, ouço notícias que os atuais deputados, com mandato, terão para suas campanhas, verbas em torno de um milhão de reais, provenientes de um fundo partidário que já tem garantido dois bilhões de reais para esta finalidade. Esse financiamento público da campanha garantirá a reeleição da grande maioria dos atuais deputados.
Também vejo muitas pessoas e celebridades insistirem na ideia de pregarem o voto nulo e branco. Esse protesto é inútil, pois, se houvesse apenas 1% (um por cento) de votos válidos, a eleição não seria anulada. Outro aspecto que pouca gente fala é que os votos em branco ou nulos beneficia quem já tem mandato. Por que? Os políticos profissionais mantém eleitores cativos que não vão deixar de votar no seu candidato de sempre.
Não podemos esquecer também dos "robôs" que vão inundar nosso whatssapp e redes sociais com fake news e outras mensagens tipo GRENAL de torcidas organizadas, para embaralhar nossa cabeça e fazer com que, incomodados, demos as costas, ao processo eleitoral.
E, por derradeiro, rola em toda eleição, o "toma lá da cá". Troca-se voto por cesta básica, material de construção, corte de cabelo, vale gás, churrascada, cervejada, promessa de cargos de emprego, etc.
Como competir nesse cenário? Que chances tem o idealismo e a esperança que ainda teimam em sobreviver nos nossos corações, contra esse "pântano de águas mortas"? Que chance tem os Dom Quixotes brasileiros, contra os moinhos habitados pelos lobos?
Aroldo Medina

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Surdez não impede trabalho de irmã Isaura.

Isaura Lima Lopes, pernambucana de 81 anos de idade, ensina o evangelho cristão há 25 anos, exclusivamente, nos principais aeroportos do Brasil. Sua surdez, não a impede de se comunicar. Ela fala bem e demonstra muito conhecimento bíblico. É uma peregrina corajosa. Viaja por todo Brasil, saindo de Brasília (DF) onde mora, indo de avião para as capitais brasileiras, com passagem de ida e volta. Fica sempre no aeroporto de destino, onde se alimenta e dorme precariamente em cadeiras, entre a data de sua chegada e retorno a Brasília.

Em sua recente estadia em Porto Alegre (RS), onde chegou dia 12 de fevereiro corrente, causou estranheza nos novos administradores do Salgado Filho que passaram a vigiar a irmã Isaura de perto. Não tardou para abordarem a irmã e, recomendar que falasse mais baixo no saguão do aeroporto. Ela costuma ocupar uma mesa na praça de alimentação, onde recebe pessoas que param para conversar com a missionária que anda sempre com um carrinho do aeroporto, decorado com salmos bíblicos, escritos em cartolinas coloridas.

Irmã Isaura não costuma abordar ninguém. Responde as pessoas que há procuram, interessadas em conhecer o seu trabalho. Seu casaco bege, bem usado e encardido, chama atenção de alguns. A sujeira impregnada no tecido é simbólica, proposital. Irmã Isaura é asseada. Não dispensa frascos de álcool que costuma carregar em sua bagagem, para sua higiene pessoal. A sujeira no casaco é explicada num cartaz como sinônimo de desobediência de leis cristãs. Falta de amor ao próximo, violência, vida desregrada, poluição do planeta são vistos pela irmã Isaura como sujeira que poderíamos evitar. E, sentencia: "- E, muitos estão preocupados com a sujeira no meu casaco..."

Sinto-me no dever moral de registrar: sou fã da irmã Isaura. Não sou o único. Irmã Isaura tem muitos amigos em todo Brasil. Nunca declarei isso a ela, pois, certamente, me censuraria. Ela é 100% desprendida de tudo: de fama, poder, dinheiro. A palavra de Deus e sua fé inabalável na obra de Jesus, a suprem de tudo, inclusive, da subsistência do seu corpo. Recebe um salário minimo e pouco de pensão do INSS e, de vez em quando aceita a oferta de poucas pessoas que querem ajudá-la na compra de suas passagens aéreas. Não raras vezes ela mesmo compra a sua passagem, paga em prestações.

Se você encontrar a irmã Isaura Lima Lopes em algum aeroporto, não sinta vergonha de sentar ao lado da "velhinha mais feliz do Brasil", como ela costuma se definir como se sente pregando o evangelho cristão, para conversar um pouco com ela. Mas não esqueça, ela não pode lhe ouvir. Fale pausadamente, olhando para ela fazer a sua leitura labial ou escreva numa folha o que você quer dizer.

Por fim, quero agradecer a irmã Isaura, um título de grande responsabilidade que ela me deu, em nossa última conversa. Olhou-me com a ternura e simpatia que lhe é peculiar e falou: "- Irmão Medina. Quando nos formos para a nossa morada celestial, o senhor vai ser jornalista de Jesus. Ele gosta muito do senhor..." Amém! Aleluia. Amém, aleluia. Amém, aleluia.

Aroldo Medina

P.S. As companhia aéreas, sem exceção, devem ser sempre amáveis com a irmã Isaura. Compreender que sua idade avançada e surdez exige 100% de cordialidade e atenção, como requerem todas as pessoas portadoras de necessidades especiais.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Entrevista com irmã Isaura.

A irmã Isaura Lima Lopes se encontra em Porto Alegre, no Aeroporto Internacional Salgado Filho. Chegou no último dia 12 de fevereiro, vindo de Brasília, onde mora. Retorna a capital do Brasil, no próximo dia 19 de fevereiro, 21 horas.

Irmã Isaura ensina o evangelho cristão, nos principais aeroportos do Brasil, há 25 anos. Justifica a opção pelos aeroportos, dizendo que é uma missão especial dirigida aos ricos que entende serem pessoas abençoadas pela riqueza para fazerem caridade, de acordo com sua educação.

A entrevista: Irmã Isaura fala sobre a sua missão de evangelização.

Aroldo Medina



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Fundatec deve anular questões polêmicas no concurso da Brigada Militar.

A FUNDATEC (Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências), contratada pelo Governo do
Estado do RS, no final de 2017, para fazer o concurso da Brigada Militar, em andamento, visando o preenchimento de vagas na carreira de nível médio da Corporação Policial Militar gaúcha, deve anular as questões que geraram polêmica, em função do seu conteúdo de promoção pessoal e propaganda de política de governo.

Caso opte, a Fundatec, por caminho diverso do deferimento de recursos e reconhecimento do grave erro que foi a inclusão de questões que feriram princípios básicos da administração pública, principalmente da imparcialidade e da moralidade, citando autoridades governamentais e ações de governo, com cunho propagandista, vai perder feio para os candidatos que irão ingressar na Justiça, pedindo a anulação destas questões.

Uma instituição que destaca ter ISO 9001, deveria ter tido muito mais cuidado com o conteúdo explorado nas questões de conhecimentos gerais. Na questão 44, por exemplo, no conjunto do seu enunciado e assertivas é flagrante a propaganda político eleitoral, em benefício do PMDB e do senhor Cezar Schirmer, atual secretário de segurança pública do Estado do RS. É vergonhoso utilizar um concurso público para este tipo de promoção. Esta questão bate de frente com a impessoalidade que deve caracterizar um processo de caráter público e, ainda fere a moralidade, ao se ignorar esse princípio, camuflando numa questão, propaganda política subliminar.

E, a questão 44 não é um "fato isolado" nesta prova. A questão 43 representa outra propaganda deliberada do Governo do PMDB, ao formular um texto que enaltece como uma "revolução" na área de segurança pública do RS, a resposta do governo, a morte de Cristine Fonseca fagundes, em 25 de agosto de 2016. E segue, nas respostas enaltecendo uma "ação imediata" do governo, anunciando um comitê presidido pelo vice-governador, José Paulo Cairoli que tem seu nome reforçado como substituto do secretário demissionário Wantuir Jacini. E, para fechar com "chave de ouro", a questão 43 nomina numa das respostas o governador José Ivo Sartori (O Salvador) que vai a Brasília pedir a intervenção do Exército, para garantir a ordem e a segurança no RS (grifo meu).


Então precisa do Exército para garantir a ordem no RS? Se todo o enunciado da questão 43, casado com a próxima questão, a 44, não é propaganda politica escrachada do governo, do governador, do seu vice e do secretário, então eu vou contratar uma professora de português para me dar novas aulas de interpretação de texto.

Não podia faltar na prova, a reforma da previdência. Previdência que os auditores fiscais da receita federal e uma comissão do Senado disseram que não é deficitária. Bem, voltam a falar no PMDB, na questão 47, citando o glorioso peemedebista Michel Temer que trata de colocar em pauta as reformas para GARANTIR A SOBREVIVÊNCIA DO PAÍS, sem deixar de dizer que o Temer assumiu após o impeachment da dona Dilma, etcetera e tal.

Se esta questão 47 não é outra propaganda política partidária disfarçada, garanto que abdico da honrosa função de instrutor de História, Comunicação Oral e Escrita, Direitos Humanos e Correspondência Militar que sempre exerci nestas disciplinas curriculares da BM, em incontáveis cursos de formação de soldados, sargentos e oficiais da BM, ao longo dos meus 30 anos na Corporação.

A questão 48 é outra pérola. Poderiam ter feito o enunciado, citando qualquer outro ministro mais antigo do STF, até o famoso Gilmar Mendes. Tinham que focar, justamente, Alexandre de Moraes, amigão do presidente Michel Temer, do PMDB, recentemente nomeado e que de acordo com as respostas é o cara que substitui, o insubstituível Teori Zavaski e, passa a ser o relator da Lava Jato. E, de novo, para deixar bem claro na cabeça do candidato, citam o Xandinho, como o Comandante do Ministério da Justiça e, de lambuja ainda citam o nome da presidentA morta. Morta politicamente, no impeachment. Querem mais? Tanto assunto para ser explorado em conhecimentos gerais e vai e volta, PMDB na propaganda velada.

Por fim, concito a FUNDATEC  a ser razoável, na apreciação dos recursos dos moços e moças que se inscreveram nesse concurso, sonhando em serem bons policiais e bombeiros militares. Não teime FUNDATEC nos mesmos argumentos da sua nota oficial. Dê o braço a torcer, anule essas questões super hiper polêmicas, com cunho de propaganda político partidária e ideológica, mesmo que vocês morram afirmando que não.

Sabemos que o espectro das "Forças Ocultas" do tio Brizola, podem ter se manifestado na elaboração dessas questões. Também sabemos que os fantasmas nunca irão aparecer e morreremos abraçados, ouvindo empolados dizerem que os técnicos contratados foram imparciais e que não tem nenhuma filiação ou simpatia partidária, nem tiveram nenhum contato com representantes do governo, para receber qualquer espécie de dica.

Se optarem por caminho diverso da anulação administrativa de mais ou menos umas cinco questões que causaram turbulência grave no vôo dos candidatos, o time da Fundatec vai perder de 7 a 1 no Judiciário.

Aroldo Medina



P.S. A Fundatec deve também resolver = ANULAR, o imbróglio criado por algum de seus iluminados que determinou a alguns fiscais orientarem, em diferentes salas de aula, dezenas de candidatos a deixarem em branco a questão 24, porque estaria errada.

Alea jacta est.


Segue a prova intelectual da Fundatec, na íntegra, aplicada no concurso da Brigada Militar, cedida por um candidato.


Adicionar legenda






















































O gabarito oficial da prova, divulgado pela FUNDATEC:

1) A; 2) B; 3) D; 4) E; 5)C; 6) E; 7) D; 8) C; 9) A; 10) B; 11) A; 12) E; 13) E; 14) C; 15) A; 16) B; 17) B; 18) E; 19) C; 20) D; 21) A; 22) C; 23) E; 24) B; 25) A; 26) B; 27) D; 28) C; 29) E; 30) B; 31) C; 32) A; 33) B; 34) A; 35) E; 36) C; 37) B; 38) B; 39) E; 40) E; 41) B; 42) B; 43) C; 44) E; 45) D; 46) E; 47) A; 48) D; 49) C; 50) C

Concurso da Brigada Militar 2017.


Prezados amigos e amigas que fizeram o exame intelectual no concurso, em andamento, para ingresso na Brigada Militar, organizado pela Fundatec; em atenção as perguntas que estou recebendo, via Whatssap, de candidatos, sobre as questões que podem ser anuladas, vou elaborar um artigo sobre a questão e, postarei aqui, mais tarde. Cordial abraço a todos.

Aroldo Medina