domingo, 30 de novembro de 2014

Nilva de Wallau Medina

Minha mãe esta fazendo 79 anos no dia de hoje. Deus seja louvado pela benção de termos ela ao nosso lado, neste dia tão especial. Dobro os joelhos e agradeço ao Pai do Céu, um milhão de vezes, multiplicado 70 vezes sete, a dádiva de ter uma mãe com os valores e as virtudes da minha que ao lado do meu pai, Ivo Medina, de saudosa memória (1928-1988) deram-me a maior riqueza que um filho pode almejar dos seus pais: amor, exemplo, educação e estudo.
Compartilho com todos a felicidade de comemorar esta data, com ela bem lúcida ao nosso lado. E, um agradecimento especial, mais uma vez a equipe de médicos, enfermeiras e técnicos do Hospital Independência, ao lado da irmã Maria Cecilia Koerbes, junto com o tenente-coronel Igor Wolwacz e o capitão Perin (pneumologista do Hospital da BM) que há um ano atrás, com a graça de Deus, salvaram a vida de minha mãe, dando-nos a oportunidade de poder comemorar, no dia de hoje, um aniversário repleto de harmonia e paz.
Deus esteja sempre entre nós. Fraterno abraço a todos que naquela época em que minha mãe estava internada no hospital, formaram uma corrente de orações poderosa que foi ouvida no Céu.
Aroldo Medina

Minha mãe, natural de Santo Cristo (RS), em sua juventude, na capital gaúcha, onde meu pai a conheceu.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Proclamação da República: Brasil em cheque.

No próximo dia 15 de novembro existe a previsão de manifestos populares em todo o Brasil. Legítimos. Todo cuidado é pouco para não cairmos nas armadilhas que podem ser instaladas no terreno, com o intuito de colocar a PM em "cheque mate", muito conveniente para os objetivos estratégicos da Esquerda.
A fórmula é bem simples: contrata grupos de vândalos para se misturarem entre as pessoas de bem que protestam indignadas contra tanta corrupção que assola o Brasil. Os mascarados promovem a baderna e provocam a reação da PM que se não toma o cuidado de "separar o joio do trigo", sai bem chamuscada de novo, povoando a mídia com imagens de violência que servem ao propósito de serem extintas.
Aroldo Medina