sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Ninguém pode ser feliz com medo

O título desta postagem é de um artigo de José Cesar Martins, bloguista do Clic RBS, publicada em 21 de novembro, do corrente ano, no blog do autor, "Hungry Minds".

Recebi a dica para sua leitura, do amigo e colega de farda Marlo Hur Toral Vieira, um dos homens da área de tecnologia de informações da BM. O Marlo Hur fez a gentileza de circular o texto dentro da Brigada, hoje, sob a legenda: "uma perspectiva sobre segurança pública".

Li o texto e vou ler ele de novo, sem pressa, pois, tem aura de ótimo artigo científico. Bem embasado na ciência do pensamento articulado com precisão. Desafia a sociedade e os gestores da segurança pública a terem a ousadia de romper o comodismo de aceitar o avanço da criminalidade como algo indefectível. Apresenta propostas que exigem do leitor, maior familiaridade com alguns termos da informática.

Vou consultar o bloguista, do seu interesse em encaminharmos o seu artigo, a diretoria de nossa respeitável Revista Unidade (de assuntos técnicos científicos de Polícia Militar) para publicação numa próxima edição, a fim de fomentarmos o debate de suas idéias, no meio acadêmico de policiais ligados as letras.

Aroldo Medina

Nota: ilustração desta postagem "arquitetura do medo", extraída da publicação original do blog "Hungry Minds".


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Revistas Veja e Carta Capital desta semana


Vale a pena comprar as edições da Revista Veja e Carta Capital desta semana e ler a reportagem de capa. Ambas pautam a prisão de figurões do mensalão. É impressionante a divergência de ponto de vista das duas revistas de circulação nacional, sobre o tema principal abordado pelos periódicos.

É uma leitura obrigatória para todo cidadão que tem a pretensão de participar mais ativamente do processo de aperfeiçoamento de nossa representação política. Toda eleição nos permite fazer uma reforma.

Não irei me posicionar aqui sobre o que depreendi da leitura destas edições. Cada um chegará a suas próprias conclusões e, provavelmente, sentirá como é fundamental para o país termos uma imprensa livre.

Aroldo Medina