segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

AK-47


Recebi hoje um e-mail da Livraria da Folha. Navegando pela livraria virtual o repertório de livros é vasto e os preços costumam ser bons, especialmente nas promoções. As condições de pagamento da Livraria da Folha poderiam ser melhores, a exemplo do site do Submarino que permite o parcelamento da compra em mais prestações, sem juros.

Chamou minha atenção reportagem sobre o lançamento do livro AK-47 de Larry Kahaner, editora Record, 2011.

Fiquei impressionado com o perfil, o desempenho e o preço do AK 47 e também não imaginava que o FAL (Fuzil Automático Leve) que equipa nosso Exército, custasse R$ 4.700,00 (quatro mil e setecentos reais) a unidade.

A reportagem é complementada com uma entrevista sonora de Alessandro Visacro, oficial do Exército Brasileiro que se posiciona sobre a mortífera arma que virou livro.

Major Aroldo Medina

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Novos Oficiais


Uma ação governamental importante para o Estado do Rio Grande do Sul é a abertura, o mais breve possível, de concurso anual regular, nos próximos quatro anos, para o ingresso de novos alunos no Quadro de Oficiais de Estado Maior da Brigada Militar.

A cinquentenária Academia de Polícia Militar, célula mater da BM, teve pouquíssimas turmas nos últimos anos. As Unidades Operacionais estão carentes de novos oficiais.

O mesmo se aplica aos demais cursos para novos soldados e sargentos. Uma medida sensata é planejar o ingresso de 1.200 soldados por ano, no período 2011/2014, evitando ingressos "espetaculares" como fez o governo anterior, pois, as escolas da BM, tem um limite de infra-estrutura que deve ser observado pelo administrador público coerente.

São igualmente bem vindos, investimentos na modernização das escolas de polícia gaúcha, de todos os órgãos (BM - PC - IGP e SUSEPE), como defendi, com veemência, durante toda a campanha eleitoral de 2010, como candidato à governador.

Aroldo Medina

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Café brasileiro com melhor qualidade para os brasileiros.


Vendo o Jornal Nacional hoje, ouvi a notícia de que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento baixou uma norma que vale a partir de amanhã, determinando que o café produzido no Brasil para consumo interno, passa a ter controle de qualidade oficial e deve ter qualidade semelhante ao produto tipo exportação.

É uma ação governamental digna de destaque, pois, demonstra preocupação com o produto consumido pelo povo brasileiro. Uma ação bem simples, mas de grande impacto positivo porque demonstra respeito com o consumidor interno.

Parabéns ao Ministério e ao Governo Federal pela iniciativa.

A notícia

Aroldo Medina

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ronaldo Fenômeno


Precisas palavras do presidente do Corinthians, Andres Sanchez: Ronaldo antes de ser jogador é um ser humano, com defeitos e virtudes.

A despedida de Ronaldo Fenômeno, três vezes o Melhor do Mundo no futebol, mobilizou hoje a nação brasileira, em horário nobre da televisão, ao meio dia, para anunciar que encerrou sua carreira como jogador de futebol.

Não fosse a informalidade do ambiente da coletiva para imprensa, apesar de ser um anúncio oficial, Ronaldo teve atenção e audiência de Presidente da República e, naquele momento talvez de fato era, pois, atrás do jogador, o painel de fundo registrava: "República Popular do Corinthians".

O jogador demonstrou maturidade política e agiu com humildade. Declarou-se vencido pelos limites do seu corpo. Aspirou que a medicina pudesse estar mais evoluída e deixou claro como sol do meio dia que doía mais do que suas lesões, as críticas que ridicularizavam sua gordura.

Ronaldo deixa o futebol, uma literal paixão mundial, como um rei de nobreza popular, transpirando grande amor pelo esporte.

Aroldo Medina

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Madrugada atrai jovens pichadores.


Ao chegar em casa de madrugada, deparei-me com dois jovens andando de bicicleta na rua. Desconfiei que eram pichadores. Abordei-os como policial. A revista comprovou minha suspeita. Na mochila que carregavam, encontrei spray, uma lata de um quilo de tinta laranja e um pequeno rolo de pintura.

Peguei papel e caneta e determinei com voz de comando que me fornecessem seus dados pessoais corretamente e respondessem minhas perguntas sem vacilar nas respostas. Fui atendido. Gravei uma entrevista com os dois jovens que confessaram ser pichadores.

Em comum, tinham pais ausentes e que ignoravam o paradeiro dos filhos. Culparam as amizades pelo desvio de sua conduta. Prometeram mudar de vida. Ambos não tinham antecedentes criminais.

Enquanto conversava com os dois jovens incrédulos e com cara de arrependidos, com a noitada interrompida pela abordagem policial, passou um veículo particular em baixa velocidade nos observando, incarei-o com semblante sisudo, desencorajando sua parada. O motorista disse que era segurança. Quem sabe era! Em seguida, parou um outro veículo, com logotipia da empresa Inviolável e seu motorista desceu para acompanhar a situação. Agradeci. Mais uns minutos e chega ao local de minha abordagem, uma patrulha da BM. Os soldados desembarcaram, um veterano e dois novatos. Prestam apoio com disciplina e profissionalismo, após me reconhecerem.

Bonde 1: irreverência ou uma escola primária do crime?

Bonde 2: primeiros passos para uma carreira criminosa.

Major Medina