sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Separação dos bombeiros da Brigada Militar.

O argumento de que a separação do Corpo de Bombeiros da BM vai disponibilizar mais verbas para os bombeiros é bastante duvidoso. O orçamento do Estado é uma peça política. Independente de estar junto ou separado da BM, a verba a ser destinada aos bombeiros militares do Estado do RS, SEMPRE vai depender de decisões e vontades políticas.

Servi um ano no Corpo de Bombeiros da BM, no CCB (Comando do Corpo de Bombeiros) e, depois no 2º CRB (Comando Regional de Bombeiros), no ano de 2012. Foi uma experiência sensacional. Aprendizado que levarei por toda vida. Tropa muito qualificada, excelentes colegas de trabalho. Um ambiente que me conquistou o coração.


Major Aroldo Medina
Oficial da ativa da BM - 28 anos de serviço.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Sociedade Acadêmica do Curso de Formação de Oficiais da Brigada Militar.

E, por falar, em publicações, produção cultural, história, etc. Olha aí minha principal secretária... Mamãe: Nilva de Wallau Medina. Na foto, em 1991, a moça estava com 56 anos, faceira e orgulhosa, no lançamento do meu livro que conta um pouco da história da SACFO (Sociedade Acadêmica do Curso de Formação de oficiais) da Brigada Militar.

Bons tempos de Academia! Ninguém acredita, mas depois que saímos de lá, sentimos saudades.

A mãe esta em casa, segue melhorando aos poucos. Recentemente, retirou a sonda nasal e a cânula metálica da traqueostomia. A cada dia que passa, consegue falar melhor, graças a Deus e ao tratamento médico que tem recebido. 


Aroldo Medina


Nota: no próximo dia 25 de março, o diretório dos cadetes da BM faz 73 anos.

Memórias da Academia de Polícia Militar do RS

Recentemente, dois nobres irmãos Marcio Ailto Barbieri Homem e Antonio Osmar, homens dignos e de caráter sólido como aço, me comoveram ao relembrarem minha modesta, porém idealista participação no desenvolvimento da cultura da Brigada Militar, desde que ingressei nesta honrada Corporação, em 17 de fevereiro de 1986.

Na BM contribuí com a fundação do jornal O Espadim, em 1987, como aluno oficial, depois de ser convidado pelo presidente da SACFO, aluno Barbiéri, para ser o editor de um novo jornal dos cadetes da Brigada. Dediquei-me integralmente a missão, sem descuidar dos compromissos com o CFO (Curso de Formação de Oficiais).

O Espadim nasceu e prosperou com o incentivo de todos na APM, oficiais, alunos, praças e funcionários civis. Depois veio a Brigada em Revista, nossa revista de formatura, em 1989, editada com 100% do apoio do comandante do Corpo de Alunos, major Nelson da Fontoura Ligório, do comandante da APM, coronel Ronei José Silveira de Ávila e do Comandante Geral da BM, coronel Jerônimo Braga. Em 1991, foi a vez de lançar um livro sobre o cinquentenário da SACFO (Sociedade Acadêmica do Curso de Formação de Oficiais) da BM, onde muitos auxiliaram.

Em realizações importantes é costume, o descerramento de placas comemorativas para preservar a memória e relembrar o mérito da obra realizada, identificando seus autores. No final da década de 80, no lançamento do jornal O Espadim e da publicação Brigada em Revista, deixamos duas placas como "pegadas nas paredes",  almejando que nossos sucessores pudessem dar prosseguimento a estas obras de preservação de nossa memória e de nossa história.

Infelizmente, essas placas foram arrancadas do lugar onde foram afixadas. É um alento saber da disposição do tenente-coronel Antônio Osmar, atual comandante de nossa Academia de Polícia Militar, se dispor a recolocar essas páginas, no honrado livro composto pelas paredes históricas da APM.

Por fim, almejo que os futuros comandantes de nossa Casa Mãe, não permitam mais que os marcos históricos deixados por diferentes gerações na Academia, sejam apagados.


Major Aroldo Medina




quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Greve de ônibus em Porto Alegre causa confusões no Centro da capital.

HOMEM PRIMATA. O Centro de Porto Alegre hoje pela manhã estava bem quente, nos dois sentidos: denotativo (beirando 40 graus) e conotativo (a cabeça das pessoas estava fervendo).

Caminhava pela rua quando uma buzina se"esganiçou" toda para xingar alguém. É fácil perceber quando o conhecido artefato sonoro veicular se soma a um polegar para se travestir de palavrões eletrônicos. Meu globo ocular de quase meio século, registrou então o seguinte: "O motorista de um micro-ônibus particular parou em fila dupla, ao lado de um táxi lotação que estava no seu ponto, abrindo a porta para os passageiros desembarcarem. O motorista do táxi lotação enfiou o dedo na buzina e arrancou o seu veículo na direção da porta onde as pessoas desembarcavam, com o intuito de protestar contra o motorista do outro veículo e a fim de dissuadir os passageiros de continuarem descendo".

Naturalmente intervi na situação chamando a atenção de um fiscal da ATL, próximo do local, sobre o que estava acontecendo e me dirigi ao motorista do táxi lotação. Minha abordagem ocorreu no exato momento em que o motorista do micro-ônibus particular e um passageiro se dirigiam, intempestivamente, ao motorista do táxi lotação para tirar satisfação... Identifiquei-me como policial militar, dissuadindo a dupla de incursionar contra o motorista, dispensando-os e, determinando que o motorista do lotação me apresentasse sua documentação. Paralelamente, dois passageiros do táxi lotação e um vendedor ambulante passaram a me insultar, aos gritos, contra minha atitude de abordar o incauto motorista e "atrasar" a saída do lotação.

Nestas horas a criticada disciplina militar é fundamental. Sozinho, à paisana, mantive o foco no motorista, ignorando a tempestade armada ao redor. Depois de examinar seus documentos, informei que iria multá-lo por uso indevido da buzina e por dirigir sem os cuidados indispensáveis à segurança, liberando-o em seguida, sem deixar de ser brindado por uma saraivada de impropérios disparada por um passageiro mais exaltado, enquanto o táxi lotação partia.


Aroldo Medina

Nota: Antes que alguém me sugira... Vou à praia em breve, não para tomar um banho de mar ou me refrescar do calor, vou para me rolar no sal mesmo...

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Panvel - Loja 215 Shopping Bourbon São Leopoldo


Estranhei o atendimento na Panvel hoje à tarde. Logo depois de sair do dentista, em São Leopoldo, onde faço tratamento com o doutor Mauro Dal Pizzol, excelente profissional, atravessei a rua Primeiro de Março (821) e fui no Shopping Bourbon, para ir na farmácia.

A balconista indagou o que eu queria. Alcancei uma receita para ela. Perguntou se era pela Farmácia Popular. Respondi que sim. Pediu minha carteira de identidade, endereço, telefone e CPF. Entreguei nas mãos da moça minha carteira de motorista e lhe forneci os outros dados solicitados que foram transcritos pela atendente, sobre a própria receita.

No meio do atendimento percebi que ela "desconfiou" da minha receita e, resolveu solicitar o endereço do hospital do receituário, cujo timbre se pode ver na ilustração anexa. Meio contrariado peguei o celular e liguei para o HBM-PA, a fim de solicitar o endereço. Sem sinal.

Sem cerimônia nenhuma, a moça disse que sem o endereço do hospital não me forneceria o medicamento. Pedi que chamasse sua gerente, a quem recomendei que ligasse do telefone fixo da farmácia para o HBM-PA. Não logramos exito, pois o telefone, chamou, chamou... Minha cara de contrariedade com a situação deve ter inspirado a gerência a pesquisar o endereço do HBM na Internet. Sai com a medicação.

Há dois anos descobri que estou com diabetes e passei a fazer tratamento. Comprava a metformina em qualquer farmácia até que um dia, uma atendente muito gentil da Panvel, filial no Canoas Shopping, me explicou o funcionamento da Farmácia Popular. Sua gentileza e consideração fidelizou-me a sua rede que, a despeito da descortesia que presenciei hoje, tem tradição de servir muito bem seus clientes, com educação, boa vontade e iniciativa.

Pesquisando a Portaria nº 184 de 03 de fevereiro de 2011 que regulamenta o funcionamento do Programa Farmácia Popular do Brasil, não encontrei nada que amparasse a atitude equivocada (ao meu ver) da balconista da Panvel, hoje.


Aroldo Medina

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Editorial de Zero Hora defende valorização da Polícia.

Editorial de Zero Hora hoje focou o trabalho da Polícia, defendendo a valorização dos seus integrantes. O reconhecimento é bem vindo pela importância que o jornal tem em todo o Brasil e, especialmente a credibilidade que possui entre a grande maioria dos gaúchos.

O elogio público só aumenta a responsabilidade da Corporação perante toda sociedade brasileira. O profissionalismo da redação recomenda que seja lido por todo policial, como um tema de casa, para ser bem compreendido e internalizado, em todo o contexto em que é inserido. Aroldo Medina.