quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Banrisul versus AG.


Sai fortalecido o Banco do Estado do RS sob a presidência de Túlio Zanin, ao manter critérios técnicos e não políticos, para viabilizar empréstimo à construtora Andrade Gutierrez, responsável pela obra inacabada no estádio Beira Rio.

Rosane de Oliveira aborda o tema em sua coluna de hoje, na página 10 do jornal Zero Hora: "A decisão de não ceder às pressões da Andrade Gutierrez para liberar R$ 200 milhões sem as devidas garantias fortaleceu o Banrisul e reforçou a imagem de gestor do presidente Túlio Zanin".

E, nunca é demais lembrar que o Banrisul vive socorrendo os brigadianos na hora do aperto financeiro, com taxa de juros baixos, na categoria de empréstimos pessoais.

Estimo que 80% dos PMs no RS utilizam, permanentemente, essa modalidade de crédito, usando como garantia, o desconto direto na sua folha de pagamento.

Aroldo Medina

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

BM sofre impedimento no cais do Porto de POA.


Hoje pela manhã, desloquei do interior para capital. Ao chegar em Porto Alegre, optei pela via que segue junto ao cais do porto, paralela a avenida Castelo Branco. No trajeto existe uma guarita de controle de trânsito (Gate Norte), próxima da Estação São Pedro do TRENSURB.

Parei diante da cancela. Fui identificado como oficial da BM. Estava fardado. Informei que desejava passar. O vigilante disse que eu não poderia prosseguir por ali. Achei estranha a medida, pois, existe na área portuária, como existe dentro do aeroporto Internacional Salgado Filho, uma unidade da BM, instalada. O vigia chamou um guarda portuário para me dar explicações.

Edgar Porto Carvalho, guarda portuário, funcionário público do Estado do RS, educadamente, citou uma norma internacional para justificar o porquê de proibir minha passagem por ali. Em síntese, minha passagem não era permitida por norma de segurança.

Dei meia volta e segui para meu destino, o hospital da BM. Na volta, visitei o GBS (Grupo de Busca e Salvamento) do Corpo de Bombeiros da BM, instalado junto ao cais do Porto de Porto Alegre, a fim de buscar melhor entendimento sobre a questão.

O pessoal do GBS também é impedido de cruzar pela área portuária, em trânsito para o serviço. Viaturas de patrulhamento da BM também não passariam pelo local e, quando há uma ocorrência para ser atendida pelo GBS e os bombeiros tem que passar pelas aludidas guaritas, vão sestrosos, com receio de serem barrados. Esta problemática tem gerado grande desconforto entre o Comando local dos bombeiros e a direção da SPH.


Penso que os gestores do Sistema de Portos e Hidrovias, administradores daquele espaço de tutela do Estado do RS, possam rever sua política de impedir policiais e outros agentes de segurança pública, devidamente identificados, especialmente com viaturas ostensivas e até mesmo ambulâncias, de transitarem pelo local (cheio de câmeras).

Aroldo Medina
Major da BM.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Ameaça Fantasma


Caminhava pelo Shopping Total ontem à noite quando meus olhos capturaram de relance, o que parecia ser um grupo de cavaleiros Jedi e, outros personagens saídos de Guerra nas Estrelas. Apressei o passo. Eram ágeis. Quando estava prestes a alcançá-los, viravam "uma esquina" do shopping e, desapareciam.

Acordei quando um dos seguranças do shopping deteve um dos cavaleiros Jedi, segurando-o pelo braço. Fiquei chocado. Como podia um segurança do shopping ser desrespeitoso daquele jeito, com um cavaleiro Jedi. E pior, advertiu o cavaleiro. Sua espada de luz havia batido, acidentalmente, numa das placas suspensas no teto do shopping. Aquelas placas que dizem o nome da "rua" onde você está.


O cavaleiro, na verdade, um jovem cavalheiro, foi cordial com o segurança, asseverando que teria mais cuidado com sua espada. Ainda bem que ela não estava ativada. Senão a placa teria se espatifado em mil pedaços. Sorte do segurança!

Continuei seguindo o grupo até a entrada do cinema onde vi que havia uma verdadeira convenção de cavaleiros Jedi e outros ilustres personagens de Star Wars. Estavam ali reunidos para assistir o "lançamento" em 3D, do episódio Ameaça Fantasma, da famosa série Star Wars, de George Lucas.

Viajei no tempo. Em 1977 quando estreou Guerra nas Estrelas, eu tinha 13 anos. Vi o filme três vezes. Meu primo, Marcelo de Wallau da Silva, assistiu cinco. Espero não ser criticado pelos fãs mais aficionados do que eu, pois, sei que assistir o filme três vezes apenas não é nada perto de outros "recordes". Mas asseguro que até hoje, 34 anos depois, só Guerra nas Estrelas me levou ao cinema, três vezes para assistir o mesmo filme.



Não perdi a oportunidade. Vi que havia um fotógrafo acompanhando o grupo, além é claro de muitos outros de celular na mão, clicando o "Povo das Estrelas".

Perguntei se podia tirar uma foto, junto com toda aquela juventude caracterizada. Gentilmente concordaram e ainda me deram uma lição.

Enquanto nos ajeitávamos para a foto de autoria de Alexsandro Penha, eu disse para o carismático grupo: "- Quando eu era jovem, também era um fã ardoroso do Guerra nas Estrelas". A resposta veio rápida como um facho de luz. Uma jovem bem ligada, sentenciou: "- Mas o senhor ainda é jovem". Meu coração se encheu de energia.


De fato, a Força, a luz e a bondade estavam com aquele grupo.

Aroldo Medina

BM vence ladrões de banco e salva reféns.


Ação da Brigada Militar é foco de Editorial do jornal Zero Hora de hoje, na página 14.

Um roubo em agência do banco Bradesco, na avenida Azenha, em Porto Alegre, na tarde de quinta-feira, dia 09 de fevereiro, onde três criminosos fizeram 35 reféns, após serem surpreendidos por uma ação rápida da BM que culminou na libertação de todos reféns ilesos e na prisão dos ladrões, foi motivo do reconhecimento dos editores de ZH.

Na mesma edição do jornal é destacado o papel determinante do major Francisco Vieira, comandante da 3ª Companhia do Batalhão de Operações Especiais da BM, na negociação exitosa com o grupo que atacou o banco e libertou os reféns.

Aroldo Medina

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Colégio Militar de Porto Alegre: 100 anos.


O centenário do Colégio Militar de Porto Alegre é tema de capa do jornal Zero Hora de hoje, com reportagem na página 24. O destaque é justo e merecido.

O CMPA é reconhecidamente um Colégio que proporciona aos seus alunos um ensino de excelente qualidade. A frase que se lê logo no início da matéria, reflete uma história muito precisa: "A receita do sucesso envolve muitos fatores e começa pela seriedade com que o Exército encara a educação".

Em 1994, tive o privilégio de trabalhar no CMPA, por seis meses, cedido pela BM, num convênio de intercâmbio educacional do Exército com a Brigada. Na ocasião, junto com o então major Antonio Claudio Belém de Oliveira, oficial de engenharia, fundamos o jornal "O Casarão da Várzea" e reeditamos a Revista Hyloea, sob o comando do coronel de cavalaria, José Eurico de Andrade Neves Pinto.


Qualquer frase que eu escreva aqui ficará longe de descrever o esmero e a dedicação com que a oficialidade, praças e funcionários civis do EB, ao lado dos professores do Colégio Militar se dedicam a causa de ensinar seus alunos.

Desejo o mais profícuo sucesso a todos próceres da Força Terrestre que se dedicam a tão sublime missão de educar os jovens brasileiros aqui e nos demais colégios de todo Brasil.

Parabéns, CPMA! Vida longa, muita saúde, força e honra a todos que dão vida ao velho e querido Casarão da Várzea.

Aroldo Medina


Ao lado do major Antônio Claudio Belém de Oliveira, em 1995, relações públicas do CMPA, expoente oficial do EB, hoje, coronel na reserva. Conheci o então capitão Belém, natural do RJ, em 1993, na 5ª Seção do CMS, em Porto Alegre. Eu presidia o diretório Acadêmico do curso de jornalismo da ULBRA, em Canoas. Fui até o Comando do Exército atrás de uma palestra para meus colegas conhecerem melhor nossa Força Terrestre.