domingo, 9 de dezembro de 2012

Arena do Grêmio: inauguração espetacular.

Quem foi na Arena ontem, testemunhou um show magnífico, iniciado às 21 horas,  na inauguração do novo estádio do Grêmio. Sessenta mil pessoas estavam confortavelmente acomodadas na obra monumental. A energia humana no local era fantástica. O sistema de som dentro do estádio era perfeito, bem equalizado e forte, sem perturbar os tímpanos do torcedor. O jogo de luzes lembrava os efeitos especiais do Circo de Soleil.

Os torcedores estavam, visivelmente, extasiados com a obra. Pareciam flutuar na imaginação, se perguntando se tudo aquilo era real. Bem acordados, não havia dúvida de que tudo aquilo era de verdade mesmo. Muitos choravam de emoção. Um torcedor perto de mim, eufórico, ligou para a mãe e disse: "- Mãe! Isso aqui tá demais. Já chorei cinco vezes. Tu tinha que estar aqui comigo..."

A apresentação da banda do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha de Guerra do Brasil foi extraordinária. De muito bom gosto a escolha destes músicos de alto gabarito marcial, para executar com pompa e glória o hino nacional brasileiro e o hino riograndense. Só de escrever, um arrepio de emoção percorre minha espinha e se espalha pelo resto do corpo. Imagina lá então como nos sentíamos. Gaúchos patriotas e gremistas, com muito orgulho no coração.

É impressionante com o homem é capaz de realizar quando esta motivado por uma nobre causa. No ápice da glória na inauguração da Arena olímpica e monumental do Grêmio, senti a presença de Deus no lugar. Sim. Deus estava lá. Deus esta sempre onde os homens se reúnem em paz, para confraternizar e, basta um que o convoque em seu coração para estar presente, Ele responde iluminando nossa alma, instantaneamente, com o calor do seu amor. Ele estava lá e vestia a camiseta do planeta Terra que é lá do céu azul como o mar.

Viva o Grêmio! Viva o Rio Grande do Sul! Viva o Brasil! Viva a todos os povos da terra. Que possam confraternizar cada vez mais através do esporte que semeia a paz, sem rancor e ódio de torcidas fanáticas.

Aroldo Medina

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