segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ressonância magnética: nova experiência.


Hoje fiz nova ressonância magnética. O exame é power! Alta tecnologia. Foi no Laboratório da Irradial, instalado junto ao Hospital Beneficência Portuguesa, no Centro Histórico de Porto Alegre. No local há também o Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul.


Novo passeio de ambulância. O transporte especializado é norma para quem está baixado. O Hospital da BM tem duas. Uma baixada e a outra, em funcionamento, sem ar condicionado. Podia ganhar uma nova. Melhor duas, uma para Porto Alegre e outra para o Hospital da BM, em Santa Maria.

O exame que fiz na Irradial, comparando com o anterior, feito na Radicom, pareceu-me mais completo e complexo. O protocolo de manuseio do paciente foi mais cuidadoso. Exemplifico. Respondi entrevista e preenchi formulário por escrito, inclusive, assinalando ciência de que o exame oferece certo grau de risco, em função da injeção de contraste na veia. Vesti roupa, calçado e touca descartáveis, fornecidos pelo laboratório. O equipamento também era mais moderno. Permaneci mais tempo sendo examinado.


Dentro da máquina a sensação não foi diferente da primeira experiência. De viagem fantástica. Campo fechado. Ar frio soprando. Zumbidos, zunidos, buzinas, estalos fazem os tímpanos protegidos por protetores auriculares, vibrarem de emoção. O som alternado dentro do cilindro, em dados momentos lembra muito o som de um compressor de ar ligado.

A melhor maneira de enfrentar o desafio, ratifico, é manter a calma e usar a criatividade para CURTIR o momento, quem sabe até tentando tirar um cochilo, em meio ao bombardeio de sons de raios semelhantes aqueles que ouvimos na trilha sonora de filmes de ficção científica.

Enquanto aguardava na recepção, antes de ser atendido, ouvi a recepcionista atender o telefone e perguntar para os clientes que ligavam: "- A senhora tem alguma fobia? Claustrofobia?" Informando ainda que o exame podia ser feito com sedação que custava R$ 300,00, desde que o médico solicitasse. O que levou-me a pensar: o "Bicho Papão" anda mesmo a solta por aí!

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