quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Diário de bordo.





Quero destacar, mais uma vez, a eficiência do atendimento da Seguradora Mapfra.

Mesmo não tendo direito ao auto socorro, pois, minha irmã havia transferido o seguro deste carro para um outro, eles não me deixaram na mão. Mandaram um guincho para me levar até uma oficina, distante 30 km do ponto onde fiquei empenhado. Não me cobraram nada. Surpreso, questionei este procedimetnto da empresa. Eles me disseram que fazia parte da política da empresa, não deixar as pessoas, nas circunstancias em que eu me encontrava, abandonadas, sem socorro, correndo riscos. 10! Para a Mapfra.

Fui atendido pelo Guincho Chiarello, de Soledade (Fone: 55 3381-1790). O motorista do Guincho, Eudir Danielli, 28 anos, foi muito atencioso. Logo que entrei na cabine do seu caminhão, solicitou que eu colocasse o cinto de segurança. Conversamos na rápida viagem. O Eudir queixou-se da falta de emprego na região. Lembrou de tempos áureos em que a principal fointe de renda da cidade, o comércio de pedras preciosas, estava em alta, garava empregos e riqueza para a cidade.

Eu me queixei do serviço da UNIVIAS. Paguei um pedágio caro, R$ 12,00 (doze reais), em uma de sua praças e, na hora que imaginei que iria usufruir do serviço da concessionária, me disseram que nada podiam fazer além de me deixar num posto de gasolina, à beira da estrada, para onde eu já havia empurrado o carro.

Outra reclamação é que a atendente que respondeu ao meu chamado, chegou no local e pediu que eu assinasse um formulário, em branco, do socorro prestado. Sim! Pediu que eu assinasse seu formulário, em branco. Protestei na hora. A moça, de nome Rosane, ainda ficou contrariada com minha negativa de assinar, em branco. Interpretou que eu não queria assinar. Reafirmei, caso ela não preenchesse adequadamente o papel, de fato não o assinaria. Bem, encurtando a história, me identifiquei como oficial da BM, aí ela resolveu, finalmente, preencher o dito papel, aqui postado, com minha assinatura.

Belo serviço, esse da UNIVIAS! Espero que não precisemos deles, pois, se precisarmos, uma certeza, a julgar pela minha experiência com eles, vão nos deixar na mão.

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